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Voltar para a home Sexta, 09 de Janeiro de 2009 Home Fale conosco. Receba o boletim   Ir para a Gazeta Press
 
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SUPERLIGA FEMININA - 2005/2006
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Rexona devolve derrota do ano passado e é campeão

Niterói (RJ) - Atuando em casa e com o apoio do ginásio Caio Martins lotado, o Rexona/Ades finalmente conseguiu devolver para o Finasa/Osasco a derrota no final da Superliga 2004/2005 e se sagrou campeão da atual edição do torneio. O placar da última partida não refletiu o equilibrio da série final: 3 sets 0, parciais de 25/14, 25/20 e 25/23. Este é o terceiro título da equipe, que havia vencido em 1997/1998 e 1999/2000, quando ainda defendia o Paraná.

Assim como este ano, na última temporada a equipe comandada pelo técnico Bernardinho também havia chegado como favotíssima ao título, de acordo com as estatísticas oficiais. Porém, o então técnico do Osasco José Roberto Guimarães armou um 'nó tático' para as cariocas e o time paulista levou o seu tricampeonato consecutivo da Superliga.

Ex-assistente de Zé Roberto e substituto do treinador, o técnico Paulo Coco fez, apesar da derrota, um grande trabalho no Osasco, que além de não poder mais contar com Érika, que foi para o Oi/Macaé, ficou desfalcado da estrela Paula Pequeno, grávida. Para piorar, a levantadora Carol Albuquerque e a atacante Mari sofreram sérias contusões ao longo da temporada.

Após três temporadas na mão do Osasco, o título nacional merecidamente mudou de Estado: melhor time da fase de classificação, o Rexona/Ades só perdeu a sua invencibilidade na Superliga na segunda partida da série melhor-de-cinco da decisão. A vitória empolgou as paulistas, que, apesar da derrota no terceiro duelo, conseguiram uma bela vitória por 3 a 2 no quarto jogo e levou a partida para o quinto duelo.

O último jogo, entretanto, não refletiu o equilibrio da série. Sacando muito bem, o time do Rio desequilibrou a defesa do time do Osasco e facilmente fez 25/14 no primeiro set. Motivada, a equipe de Bernardinho não permitiu a reação das campeãs da última temporada e fechou a segunda etapa em 25/20. No terceiro set, o mais equilibrado, nova vitória, desta vez por 25/23.

O jogo deste domingo também marcou a saída definitiva da levantadora Fernanda Venturini das quadras, que se despediu em grande estilo. Entendendo-se muito bem com Renatinha, destaque do duelo, as duas foram as principais responsáveis pela vitória na partida.

O jogo - A grande decisão começou bastante disputada, com as duas equipes alternando pontos. Mari, porém, errou duas vezes e deu a vantagem para o Rexona (6 a 3). As cariocas não se abalaram e continuaram sacando muito bem. O técnico Paulo Coco e pediu tempo, mas a medida nada adiantou e a vantagem aumentou para 16 a 8.

O treinador paulista então colocou, sem sucesso, Monique Adams, Luciana e Fabiana Berto. Porém, Renatinha e Fernanda Venturini continuaram a se entender muito bem. Um erro do bloqueio do Osasco, acabou por encerrar o primeiro set em 25/14.

Derrotado na primeira etapa, o Osasco voltou melhor, mas Thaisa empatou o duelo em 2 a 2, no primeiro ace da partida. Pouco tempo depois, a maior polêmica da partida: após fazer o quinto ponto, Renatinha saiu vibrando muito. As paulistas reclamaram de provocação e a atacante tomou cartão amarelo (ponto para o outro time). Como não parou de reclamar, Paulo Coco também tomou amarelo e o Rexona fez 6 a 5.

Acalmados os ânimos, o Osasco tomou a frente por 8 a 7. Um toque na rede de Mari deu o empate em 12 a 12 para o Rexona, que entrou no segundo tempo técnico com 18 a 16 no placar. As paulistas então erraram uma sequência de ataques e um erro de recepção de Adams deu o segundo set para as cariocas.

A terceira etapa foi a mais equilibrada da partida. Mais um vez, o Osasco começou vencendo a parcial, mas o Rexona foi buscar e vencia por 8 a 7 na primeira parada técnica. Renatinha continuava a se destacar e as cariocas fizeram 10 a 7.

Guerreiro, o Osasco se recuperou e empatou o duelo. O time de Paulo Coco, porém, continuava a errar muito e o time da casa manteve um ponto de vantagem. O treinador do time paulista resolveu arriscar tudo e colocou Mari, Luciana e Fabiana Berto na quadra.

A medida teve efeito e as paulistas fizeram 21 a 19. O Rio, no entanto, foi buscar e empatou o placar. Monique Adams ainda teve a chance de fazer 23 a 21, mas ficou no bloqueio. Empolgado, o Rio virou a partida e teve o primeiro match point desperdiçado. Porém, no lance seguinte Venturini fez o seu último levantamento e Sassá não perdoou: fez o ponto do terceiro título do Rexona na história da Superliga.


Finais
Hora
5ª partida - 30/04/2006 - domingo
Parciais Ginásio
10h00
Rexona/Ades
3 x 0
Finasa/Osasco 25/14, 25/20 e 25/23 Caio Martins (Niterói)
Hora
4ª partida- 27/04/2006 - Quinta-feira
Parciais Ginásio
21h00
Finasa/Osasco
3 x 2
Rexona/Ades 21/25, 25/22, 18/25, 26/24 e 18/16 Municipal de Barueri
Hora
3ª partida- 22/04/2006 - Sábado
Parciais Ginásio
15h00
Rexona/Ades
3 x 1
Finasa/Osasco 25/23, 24/26, 25/20, 25/19 Caio Martins (Niterói)
Hora
2ª partida- 12/04/2006 - Quarta-feira
Parciais Ginásio
18h00
Rexona/Ades
1 x 3
Finasa/Osasco 24/26, 25/12, 25/17, 25/15 e 19/17 Tijuca
Hora
1ª partida- 08/04/2006 - Sábado
Parciais Ginásio
13h00
Finasa/Osasco
2 x 3
Rexona/Ades 25/17, 25/21, 21/25, 22/25 e 15/11 José Liberatti

 

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