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. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . GRAND PRIX - FEMININO - 2006

Invicto, Brasil é hexacampeão e coroa domínio

Foto: Divulgação/FIVB
Com apenas seis sets perdidos, Brasil festeja hexa na Itália e comprova sua soberania também no vôlei feminino

Com mais uma boa atuação, o Brasil comprovou seu domínio internacional e sagrou-se hexacampeão do Grand Prix. Mostrando a superioridade em toda a competição, a equipe comandada por José Roberto Gumarães derrotou a Rússia por 3 sets a 1, com parciais de 25/20, 25/20, 23/25 e 25/17, em 1h42, na decisão.

O sexto título na competição veio de forma incontestável. Ao todo, foram 13 jogos e 13 vitórias, com apenas seis sets cedidos. Apesar do susto na terceira parcial, a equipe se manteve equilibrada e teve novamente como destaque os fortes ataques de Sheila e Jaquelina, a boa distribuição da veterana Fofão, e os fortes bloqueios de Walewska e Fabiana.

A conquista foi também a terceira consecutiva na competição e somou-se às de 1994, 1996 e 1998. O Brasil ainda comprova a ascensão desde o quarto lugar nos Jogos Olímpicos de Atenas-2004, tendo sido campeão em todos os dez torneios que disputou desde a campanha na Grécia. Somente neste ano já são quatro taças.

Outro ponto interessante é que a vitória na final veio justamente contra a equipe que impediu o último título. A Rússia havia ficado marcada na memória das jogadoras como a responsável pela dolorosa derrota na semifinal das Olimpíadas, quando a seleção chegou a ter cinco match points (24 a 19) no quarto set antes de levar incrível virada.

Na campanha do título, o Brasil se mostrou impecável desde o início e fez apenas um jogo mais duro, em cinco sets, contra a surpreendente República Dominicana. Contra outras adversárias fortes, como China, atual campeã olímpica, obteve uma vitória por 3 a 0. Já contra a Itália, terceira colocada, outro triunfo pelo mesmo placar.

Ao chegar à Itália para a fase final, o Brasil encontrou logo de cara a Rússia e mostrou que era superior ao vencer por 3 sets a 0. Depois passou por Japão (3 sets a 1), eliminou Cuba nas semifinais (3 sets a 0) e emplacou mais uma vitória diante das russas na decisão para apagar de vez o fantasma olímpico.

Responsável por 22 pontos na decisão, a oposto Sheila foi eleita a melhor jogadora da competição. "Isso veio em conseqüência do que apresentamos. Joguei mais ou menos e o mais importante foi a vitória", disse, de forma modesta. Bem diferente dos números arrebatadores da seleção.

Decisão
Horário
Domingo - 10/09/2006
Parciais Local

15h

Rússia
1 x 3
Brasil 25/20, 25/20, 23/25 e 25/17 Reggio Calabria
Disputa do bronze
Horário
Domingo - 10/09/2006
Parciais Local

12h

Cuba
2 x 3
Itália 25/17, 25/15, 23/25, 23/25 e 15/11 Reggio Calabria
Disputa do quinto lugar
Horário
Domingo - 10/09/2006
Parciais Local

9h30

China
3 x 0
Japão 25/20, 25/13 e 25/18 Reggio Calabria
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