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Heraldo Corrêa Ayrosa Galvão,
secretário de Esportes, Lazer e Recreação da Cidade de São
Paulo
Como nos últimos anos, a Secretaria de Esportes, Lazer
e Recreação da Cidade de São Paulo dá
mais uma vez a sua parcela de colaboração para
a realização da Corrida Internacional de São
Silvestre. O evento tem seu grau de importância elevado
e fecha o calendário 2006 da Secretaria administrada
por Heraldo Corrêa Ayrosa Galvão, que torce para
que representantes brasileiros sejam os campeões da
82ª edição da prova.
"O meu sentimento é que vamos ter brasileiros
nas duas posições mais altas do pódio",
prevê Heraldo, que convida o público para fazer
parte de uma das maiores festas esportivas do Brasil: "Quero
chamar a população de São Paulo para
ir à rua, torcer, incentivar ainda mais como tem acontecido
em todas as provas realizadas na cidade. Isso é bonito
de ver. As pessoas falam da frieza de São Paulo, mas
o paulistano é quente, gentil e educado. Vamos mostrar
isso, mais uma vez, na São Silvestre."
O secretário comemora a realização de
eventos de primeira linha na Capital paulista em 2006. A cidade
recebeu a tradicional etapa de Fórmula 1, o Campeonato
Mundial de Basquete Feminino e a Copa do Mundo de Ginástica
Artística. Satisfeito com os resultados, Heraldo garante
que São Paulo possui infra-estrutura suficiente para
abrigar competições desse porte. "São
Paulo continua sendo o núcleo central de recepção,
de apoio e infra-estrutura para eventos no Brasil", destaca.
Para 2007, segundo Heraldo, a Secretaria tem certo em seu
calendário a realização das etapas internacionais
de skate, patins, bicicleta e o Super Trial de motocross.
"Queremos também que os torneios de basquete voltem
para São Paulo. A ginástica olímpica
também deve entrar na agenda, mas ainda depende de
entendimento com Federação. Temos que ter este
calendário internacional em meses separados para evitar
aglutinação", alerta.
Para a próxima temporada, estão planejadas
a reforma da pista de atletismo do Centro Olímpico
do Ibirapuera e a construção de um ginásio
de esportes radicais na cidade. "Criar espaços
que permitam as novas tribos, gerações, modalidades
a ocupar esses locais e outros que vierem a ser criados sem
depredar os que já existem. Não dá para
o skatista ficar na marquise do Ibirapuera para depredar,
assim como rapel no viaduto Sumaré é irresponsável.
Por isso, vem aí o ginásio municipal de esportes
radicais. A maquete está com o prefeito, estamos aguardando
a decisão", completa.
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