Voltar para a home Sexta, 09 de Janeiro de 2009 Home Fale conosco. Receba o boletim   Ir para a Gazeta Press
 
Untitled Document
  História
  O Brasil na copa
  Campeão
  Destaques
  Números
  << Outras Copas

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . COPA DO MUNDO

Suécia - 1958

HISTÓRIA
A Revolução do futebol brasileiro
Acervo/Gazeta Press

O time campeão: em pé - Feola (treinador), Djalma Santos, Zito, Bellini, Nílton Santos, Orlando e Gilmar; agachados - Garrincha, Didi, Pelé, Vavá e Zagalo

O período de 8 a 29 de junho de 1958 nunca mais será esquecido para nós brasileiros. Das 85 nações filiadas à FIFA, 53 países se escreveram para disputar o maior mundial realizado até aquela data.

Enquanto o mundo vivia o conturbado período da Guerra Fria, quando União Soviética e Estados Unidos disputavam a hegemonia mundial, o Brasil vivia o milagre de JK, com os seus cinqüenta anos em cinco. O crescimento da economia era fantástico, uma nova capital federal estava sendo construída no Planalto Central, gerando um clima de festa e esperança.
O local para a reunião dos deuses do futebol foi a Suécia, escolhida em virtude de sua neutralidade à guerra, assim como acontecera com a Suíça em 54. Modernos estádios foram construídos em Goteborg e Malmoe.

A campanha para a conquista do título começou no início do ano de 58, quando a CBD resolveu apostar numa revolução no futebol brasileiro. A Confederação aceitou um plano do empresário paulista, dono da TV Record, o inesquecível Paulo Machado de Carvalho, que foi também o chefe da delegação.

A seleção verde-amarela iria reunir um dos maiores elencos da história do futebol com Garrincha, Djalma Santos, De Sordi, Gilmar, Nílton Santos, Dida, Bellini, Orlando, Zito, Didi, Vavá e Zagalo, sem contar com o coroamento de Pelé, o rei do futebol, em sua primeira Copa. Eles formariam um time épico, considerado por muitos como o maior do planeta em todos os tempos.

Todos esses talentos do esporte tinham o comando do técnico Vicente Ítalo Feola, que durante a competição utilizou 16 dos 22 convocados. Feola, com seu temperamento discreto, soube durante o torneio ajustar o time até chegar à conquista do título mundial.
Jules Rimet, o pai do futebol, o homem que dava nome à taça, faleceria em 16 de outubro de 1956, em Paris, sem conhecer o novo rei da modalidade e nem assistir aos esquemas 4-2-4 e 4-3-3 do brasileiro Feola.

Forma de disputa

53 países se registraram na FIFA, mas apenas 51 acabaram participando das eliminatórias. 16 equipes se classificaram para a competição na Suécia.

Os 16 participantes se dividiram em quatro chaves. Os dois melhores times de cada chave se classificaram para as quartas-de-final. Em caso de empate no número de gols, uma nova partida era necessária.
Os oito vencedores das quartas-de-final se enfrentaram, resultando na semifinal com quatro equipes. Os dois vencedores fizeram a final, disputando o título mundial. Os dois perdedores jogaram pela terceira colocação.

Grupo 1: Alemanha, Argentina, Irlanda do Norte e Tchecoslováquia
Grupo 2: França, Paraguai, Iugoslávia e Escócia
Grupo 3: Suécia, México, Hungria e País de Gales
Grupo 4: Inglaterra, URSS, Brasil e Áustria

Gazeta Esportiva.Net © Todos os direitos reservados à Gazeta Esportiva.Net Voltar            Topo da página