| Foto Gazeta Press |
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Senna:
morto em Ímola
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Os trágicos acidentes
Infelizmente, a F-1 também foi caracterizada pelas tragédias
e acidentes. Em 1961, o alemão Wolfgang Von Trips liderava
o campeonato até sofrer um acidente na penúltima etapa da
temporada, na Itália. Seu carro voou sobre o público, matando
14 pessoas, além do próprio piloto. Em 70, o austríaco Jochen
Rindt liderava com folga o campeonato quando morreu nos treinos
para o GP da Itália. Mesmo sem correr nas últimas quatro provas
do ano, ele manteve o título, mas esteve presente no momento
da premiação. Houve o acidente com Lauda, em
76. Em 78, na largada para a antepenúltima corrida do ano,
na Itália, um acidente tirou a vida de Ronnie Peterson, até
então segundo colocado no Mundial. A pista de Monza demonstrava
ser amaldiçoada, pois os acidentes de 61, 70 e 78 ocorreram
lá.
O acidente do canadense Gilles Villeneuve (pai de Jacques
Villeneuve), nos treinos para o GP da Bélgica, em 82, também
foi marcante. Ídolo da Ferrari devido a seu arrojo, até sua
morte o canadense era apontado como um futuro campeão.
Mas pior tragédia da história da categoria aconteceu em
um fim-de-semana de 1994. GP de San Marino, em Ímola. Logo
na sexta-feira, durante os treinos, o brasileiro Rubens Barrichello
bate com violência na grade de proteção e fica de fora da
corrida. Nos treinos de sábado, o austríaco Roland Ratzenberger
também sofre um acidente e morre. Mesmo assim, a corrida é
confirmada. No domingo, um novo acidente acontece, e tira
a vida de um dos maiores pilotos da história da categoria,
Ayrton Senna.
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