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. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .FÓRMULA 1
Foto Gazeta Press
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O folclórico Mansell
Os grandes perdedores

Mas não só os grandes vencedores fizeram história na Formula 1. Na mesma época em que Fangio ganhava títulos, um inglês, Stirling Moss, demonstrava ser um grande piloto. Seu azar foi ter o argentino como adversário. De 1955 a 58, foram quatro vice-campeonatos consecutivos. De 59 a 61, mais três campeonatos em que foi o terceiro colocado. Faltou apenas o título para sua consagração.

Outro excepcional piloto que nunca sentiu o gosto de ser campeão foi o sueco Ronnie Peterson. Duas vezes vice, era um dos mais rápidos de sua época (década de 70). Nigel Mansell foi outro piloto que esteve perto de ser marcado por seu azar. Na temporada de 86, perdeu o campeonato na última prova. Precisava apenas de uma terceira posição para sagrar-se campeão, mas um pneu estourado tirou-lhe da corrida (quando era o terceiro). No ano seguinte, um acidente nos treinos para a penúltima etapa do ano deixou-o de fora da disputa pelo título. Em 91, tinha o melhor carro, contudo, foi novamente vice. Só em 92 conseguiu sagrar-se campeão.
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