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Foto Gazeta Press
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Brasil vai ao fundo do poço

COM VÁRIOS PROBLEMAS, A SELEÇÃO FRACASSA NA ITÁLIA, NUMA COPA ESTRELADA PELO ALEMÃO LOTHAR MATTHÄUS

A era Lazzaroni é uma página virada, mas, queiram ou não, é preciso, sim, recolocá-la — ainda que meio sem graça — na história do futebol brasileiro. A campeã Alemanha Ocidental derrota os argentinos na finalíssima do Olímpico de Roma. No Estádio Delle Alpi (Torino), o Brasil supera os suecos — 2 a 1 — gols de Careca.
A seleção também passa um tremendo aperto para derrotar a Costa Rica por 1 a 0, gol de Müller. Pouco sufoco é bobagem. Müller iria repetir o 1 a 0 sobre a Escócia. Triste castigo: Caniggia — não tem como esquecer o fantasma — tira o Brasil da Copa no 1 a 0 da Argentina. Culpa de Maradona que, aos 35 minutos do segundo tempo, deixa o loirinho carrasco livre na área para driblar nossa defesa escancarada. Bem na cara de Taffarel, que se desespera na hora da ginga e do último toque, fatal. Não perguntem mais nada para o técnico Sebastião Lazzaroni. Nem para Taffarel; Jorginho, Ricardo Rocha, Mauro Galvão (Renato), Ricardo Gomes (expulso), Branco, Dunga, Valdo, Alemão (Silas), Müller e Careca. A bola fica nos pés da Alemanha, que, num pênalti duvidoso, chega ao tricampeonato e se iguala — naquele momento, pelo menos — em número de títulos ao Brasil e à Itália.

O astro

O alemão Lothar Matthäus é eleito o “Craque do Mundial”. A imprensa internacional destaca o futebol ágil, moderno e inteligente de um apoiador eficiente tanto nos lançamentos quanto nas finalizações. Em 79, inicia a carreira no Borussia Moenchengladbach. Em 84, vai para o Bayern Munique. Lá, ganha três campeonatos alemães (85-86-87) e uma Copa Nacional. Em 87, é contratado pela Internazionale de Milão, onde conquista o título italiano (89) e a Copa da Uefa (91). Em 93, retorna ao Bayern. Até o fim daquele ano, faz 104 jogos pela seleção e supera Franz Beckenbauer.
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