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. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . POPOV
Foto Gazeta Press
Foto Gazeta Press
Foguete russo supera trauma

Conhecido como o foguete russo, Alexander Popov tinha medo de água em sua infância. Com esforço, ele superou esse temor e conseguiu achar nas piscinas sua chave de acesso ao seleto grupo de ídolos do esporte na Rússia.

A natação lhe deu a oportunidade de tornar-se conhecido em todo o mundo. Na cidade de Barcelona, local da Olimpíada de 1992, Popov transformou-se em um atleta conhecido em todo o globo, ao ganhar duas medalhas de ouro e duas de prata, nos revezamentos. Repetiu o feito em Atlanta, quatro anos depois, se consolidando como um dos principais nadadores da atualidade.

Com o bicampeonato dos 50 e 100m livre, as duas provas consideradas as mais nobres da natação mundial, Popov afirmou. "Ser campeão olímpico é uma glória. Ser bicampeão olímpico é estar próximo dos deuses."Mas o fato de ser um ídolo na Rússia e ser conhecido em todo os cantos do mundo - morou na Australia durante anos para aprimorar sua técnica -, não o livrou do destino.

A data de 24 de agosto de 1996 permanecerá para sempre na memória do nadador. Não por ter sido a data de uma de suas grandes conquistas, mas pelo fato de ter sido nessa noite que Alexander Popov foi ferido no estômago por uma facada, quando retornava de uma festa de aniversário e caminhava pelas ruas de Moscou.

Sua recuperação e o posterior retorno às competições foi doloroso. Mas Popov teve persistência e recebeu o reconhecimento na Austrália, a terra que o acolheu por tanto tempo. Na terra dos cangurus, recentemente, ele conquistou uma medalha de prata. Talvez, a mais importante de sua vida.

Mesmo com a perda do reinado nas provas de velocidade, a bala russa não parece disposta a largar as piscinas. "Minha vida é a água e, enquanto continuar a pensar desta forma, não abandonarei o esporte. Ainda sonho em estar em Atenas-2004", diz. Conhecido como o foguete russo, Alexander Popov tinha medo de água em sua infância. Com esforço, ele superou esse temor e conseguiu achar nas piscinas sua chave de acesso ao seleto grupo de ídolos do esporte na Rússia.

A natação lhe deu a oportunidade de tornar-se conhecido em todo o mundo. Na cidade de Barcelona, local da Olimpíada de 1992, Popov transformou-se em um atleta conhecido em todo o globo, ao ganhar duas medalhas de ouro e duas de prata, nos revezamentos. Repetiu o feito em Atlanta, quatro anos depois, se consolidando como um dos principais nadadores da atualidade.

Com o bicampeonato dos 50 e 100m livre, as duas provas consideradas as mais nobres da natação mundial, Popov afirmou. "Ser campeão olímpico é uma glória. Ser bicampeão olímpico é estar próximo dos deuses."

Mas o fato de ser um ídolo na Rússia e ser conhecido em todo os cantos do mundo - morou na Australia durante anos para aprimorar sua técnica -, não o livrou do destino.

A data de 24 de agosto de 1996 permanecerá para sempre na memória do nadador. Não por ter sido a data de uma de suas grandes conquistas, mas pelo fato de ter sido nessa noite que Alexander Popov foi ferido no estômago por uma facada, quando retornava de uma festa de aniversário e caminhava pelas ruas de Moscou.

Sua recuperação e o posterior retorno às competições foi doloroso. Mas Popov teve persistência e recebeu o reconhecimento na Austrália, a terra que o acolheu por tanto tempo. Na terra dos cangurus, recentemente, ele conquistou uma medalha de prata. Talvez, a mais importante de sua vida.
Mesmo com a perda do reinado nas provas de velocidade, a bala russa não parece disposta a largar as piscinas. "Minha vida é a água e, enquanto continuar a pensar desta forma, não abandonarei o esporte. Ainda sonho em estar em Atenas-2004", diz.
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