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. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . CLAUDINEI QUIRINO

O começo

Claudinei Quirino é exemplo de atleta que começou tarde mas alcançou o sucesso logo. Ainda criança, quinto filho em uma família de seis, foi levado para um orfanato com o irmão José Claudiomiro, o Miro, pelo pai José Quirino da Silva, que alegou não ter como cuidar de todas as crianças depois da morte da esposa. Foi sair de lá só aos 17 anos, depois de quase cair na marginalidade. "Passei fome e quase precisei roubar para comer", lembra. Quando saiu, voltou para a casa, reencontrou a família e foi virar de sub-empregos.

Três anos depois, trabalhando em um bar de beira de estrada em Lençóis Paulista, cidade do interior de São Paulo onde nasceu. Um dia um cliente do bar chamou a atenção do jovem, que perguntou como ele havia conseguido ficar forte daquele jeito. "Fazendo atletismo" foi a resposta.

Já no primeiro ano de treinamento, Claudinei disputou os Jogos Abertos nos 100m e no salto em distância. Àquela altura, ele já havia sido descoberto pelo técnico José Santos Primo, que o levou para Araçatuba.

Pouco mais de um ano e meio depois, o paulista precisou cuidar de dores no joelho. Foi então que conheceu o fisioterapeuta Jayme Neto, que lhe fez uma proposta: se ele fosse para Presidente Prudente, estaria livre do problema em dois meses.

Começava aí uma parceria vitoriosa. Jayme foi o técnico responsável por Claudinei passar a correr os 200m. Ele também ajudou o velocista a melhorar sua técnica na curva. O velocista não se cansa de dizer que considera Jayme um pai.

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