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Atualidade
Quando não está em quadra, dedica seu tempo livre à terapia.
"O tratamento amplia a visão, faz com que eu perceba coisas
que antes não percebia", garante. Nas horas vagas, também
ouve música de todos os tipos ("gosto de tudo, menos rock"),
vai ao cinema, joga boliche e freqüenta restaurantes com os
amigos, nem todos esportistas como ela.
Mas, o grande passatempo da atleta é navegar pela Internet.
Janeth adora passar o tempo navegando por sites esportivos.
"Eu vou mais na Wnba e na NBA. Às vezes, gosto de ver notícias
de esporte em alguns jornais. Eu gosto de ficar mexendo no
computador, esta é a minha paixão", diz a atleta. Quanto aos
esportes, não dá para fazer muita coisa. "Às vezes, antes
do aquecimento a gente joga um futebolzinho pra enganar, mas
não é nada muito sério. Serve de aquecimento". Corintiana
de coração, Janeth destaca alguns jogadores: "Tem vários jogadores
que eu gosto. Ronaldinho e Marcelinho, por exemplo. Eu gostava
do Zé Elias. Ele é raçudo e está sempre sério. Sempre está
fazendo o trabalho dele, no máximo. Eu acho isso perfeito".
Desde a infância, Janeth descobriu no basquete uma verdadeira
paixão e, desde então, passou a dedicar os mais preciosos
momentos de sua vida na prática do esporte da "bola ao cesto".
Só que a ala titular da seleção brasileira, tricampeã pelo
Houston Comets sabe que não vai poder jogar basquete para
a vida inteira. Desde já, a jogadora começa a se preocupar
com seu futuro e já pensa em fazer algo quando tiver de deixar
as quadras. Dividindo seu tempo entre a seleção e as equipes
que defende, Janeth será presença garantida na seleção brasileira,
que disputará as Olimpíadas de Atenas-2004.
A idéia de defender a camisa brasileira também
no Mundial de 2006, que será disputado no Brasil, e
nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, seduzem bastante
a atleta. Com tudo isso, Janeth evita estipular uma data certa
para deixar a seleção. O mais importante em
seus planos é permanecer na equipe enquanto puder contribuir
para o sucesso brasileiro.
Quanto ao seu futuro, Janeth nutre alguns sonhos. Gostaria
de cursar uma faculdade de Administração e ter uma filha.
Ela mantém um Centro de Treinamento de basquete, que
leva seu nome na cidade de Santo André e, em 2005,
resolveu se envolver mais com a organização
do esporte no Brasil aderindo à criação
da Nossa Liga de Basquete (NLB).
Como uma grande campeã, Janeth tem aprendido muito com o esporte
durante sua trajetória e ressalta o quanto pode aprender com
sua vida de dedicação e amor ao que faz. "Tenho aprendido
muitas coisas, uma delas é a convivência mais em grupo, a
amizade que você tem, a competitividade. Você tem um crescimento
cultural muito grande, não só pelas viagens, mas pelas conversas
que você tem com os amigos. Não se envolver com pessoas de
má índole. Acho que tudo isso eu pude aprender com o esporte",
relata.
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