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Por Fernando Pratti, especial para
Gazeta Esportiva Net
Numa época em que a maior liga de basquete
do mundo estava em decadência, em que os jogadores estavam
sempre associados à criminalidade e o público dava preferência
ao beisebol e ao futebol americano, aparece um personagem
que começa a mudar essa história e dar um toque de magia não
só ao basquete norte-americano, mas ao mundial. Earving Magic
Johnson foi o grande personagem da década de 80 na NBA. Seus
memoráveis duelos com Larry Bird e o inesquecível "showtime",
expressão que ficou associada ao grande time do Los Angeles
Lakers nos anos 80, ficarão gravados na memória daqueles que
começavam a acompanhar no Brasil as transmissões via-satélite
do mundo da NBA. O abandono precoce de suas mágica carreira,
em virtude do vírus da AIDS, deixou o basquete mais previsível
e menos encantado. Fora das quadras, Magic se mostra um grande
exemplo para aqueles que o acompnharam. Além de lutar contra
o HIV, Johnson adquire muitas outras funções (técnico, apresentador
de TV e empresário) e as desempenha com o mesmo talento e
simplicidade do tempo em que hipnotizava o mundo com seus
lances e contar-ataques geniais.
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