Fale conosco Receba o boletim  
  O maior líbero
  Símbolo da Alemanha
  Imperador das Copas
  Um técnico de classe
  Futebol na veia
  Títulos
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . FRANZ BECKENBAUER

Um técnico de classe

Gazeta Press
Gazeta Press

Beckenbauer enfrentou um grave problema ao assumir o comando da seleção alemã, em 1º de agosto de 1984, substituindo Jupp Derwall. Amante do futebol solto e técnico, convocou jogadores que estavam na "lista negra" da Federação Alemã.

Como não tinha diploma de treinador, foi duramente criticado pela imprensa. "Acredito que o diploma seja algo dispensável", disse Beckenbauer.

O tempo provou que o Kaiser estava certo, mas antes ele passou por maus momentos. Em 1985, por exemplo, quase perdeu o cargo quando a Alemanha foi derrotada por três partidas consecutivas: 3 a 0 para a Inglaterra, 2 a 0 para o México e 1 a 0 para a União Soviética.

A classificação para o Mundial do México preservou a cabeça de Beckenbauer. A pressão aumentou, mas o Kaiser manteve a classe - e deu a resposta dentro do campo, levando a Alemanha a duas finais consecutivas de Copa do Mundo.

É verdade que, em 1986, a seleção foi engolida pela Argentina de Diego Maradona, mas quatro anos depois sagrou-se campeão do mundo, numa revanche contra os argentinos. Numa campanha invicta (mas sem qualquer atuação brilhante), a Alemanha garantiu o tricampeonato de maneira inteligente e sóbria. Ou seja, espelhou a cara do técnico.

Após a conquista do Mundial, Beckenbauer deixou a seleção, dizendo estar cansado. Mas a carreira de técnico continuou. O Kaiser dirigiu por algum tempo o Olympique de Marselha e comandou o Bayern interinamente na final da Copa da Uefa de 1996, contra o Bordeaux. Para variar, conquistou o título.

Gazeta Esportiva.Net © Todos os direitos reservados à Gazeta Esportiva.Net Voltar            Topo da página