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De volta para casa
| Gazeta Press |
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Mas, no começo de 1999, ele acabou voltando para o Palmeiras,
em uma negociação de US$ 4 milhões, um valor bastante elevado
para um atleta de 31 anos. E nem parecia que ele havia ficado
tanto tempo longe do Palestra Itália. Em pouco tempo, Sampaio
readquiriu a condição de ídolo da torcida e passou a ser ainda
mais respeitado pelos adversários. O Monstro do Parque Antártica
estava de volta.
Com o capitão César Sampaio em campo, o Palmeiras conquistou
o maior título de sua história: a Copa Libertadores da América.
Nem mesmo a decepção da derrota na final do Mundial Interclubes,
em Tóquio, abalou a segunda passagem de Sampaio pelo Verdão.
No começo de 2000, ele se sagrava campeão do Torneio Rio-São
Paulo pela segunda vez.
Ele ficou no Palestra até a metade do ano, quando se transferiu
para o La Coruña, da Espanha. E não foi uma passagem das mais
felizes. Sampaio sofreu duas contusões e entrou em atrito
com os dirigentes do clube espanhol. Esquecido na Espanha,
ele aceitou a oferta do Corinthians e voltou para o futebol
brasileiro no final de 2001, para desespero dos palmeirenses,
que não admitiam ver Sampaio no arqui-rival.
A passagem pelo Corinthians foi meteórica. Sampaio ficou
pouco mais de dois meses e recebeu uma nova proposta do exterior.
Dessa vez, o Kashima, do Japão, alugou o seu passe. Mais uma
vez, César Sampaio estava no Oriente. Para encantar os japoneses.
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