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. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . CÉSAR SAMPAIO

O sucesso no Palmeiras

Folha Imagem
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Sampaio continuava chamando a atenção dos clubes da capital. Em 1991, o Santos não resistiu à proposta do Palmeiras: US$ 450 mil mais o meia Ranielli e o atacante Serginho Fraldinha pelo volante. Começava aí uma trajetória vitoriosa com a camisa alviverde.

No Palmeiras, Sampaio viveu os dois últimos anos da fila de 16 anos sem título. Nesse período de fracassos, ele era a certeza de categoria no meio, ainda que os companheiros não ajudassem. A grande fase começou em 1993, quando Sampaio foi comandado por Wanderley Luxemburgo.

Naquela temporada, foram três títulos: campeão paulista (o fim da fila), brasileiro e Torneio Rio-São Paulo. Sampaio era presença constante nas convocações da Seleção Brasileira e se tornara uma unanimidade nacional. Tudo levava a crer que ele iria participar da Copa do Mundo de 94.

No primeiro semestre, mais um título paulista. Mas, inexplicavelmente, Parreira deixou Sampaio de fora da lista dos atletas convocados. Sampaio não escondeu a decepção: "Eu me convocaria, se fosse o técnico da seleção". A opinião pública ficou do seu lado. Ninguém entendia a ausência de César Sampaio na Copa.

Mas, no Palmeiras tudo ia bem. Sampaio formava uma dupla fantástica com Mazinho e ganhou o apelido de Monstro do Parque Antártica, uma alusão à sua capacidade de dominar o meio-campo com imensa facilidade. No segundo semestre, veio o título de campeão brasileiro, em mais uma vitória contra o Corinthians.

Publicação: 25/05/2005
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