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Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press
Foto Acervo/Gazeta Press

Uma outra história santista

Por Denis Eduardo Serio, Especial para GE.Net

A geração de 2002 do Santos entrou para a história do clube e do futebol brasileiro não apenas pelo futebol-arte e por ter tirado o time da fila de 18 anos sem títulos importantes, mas também por ter revelado alguns craques que prometem ser peças marcantes do futebol brasileiro nesta década.

Um dos primeiros jogadores da nova geração a surgir foi o meia Diego. Se antes dele, Paulo Almeida e Elano já davam as caras no gramado da Vila, o armador foi o mais novo a se firmar no Peixe. Com apenas 16 anos, no Torneio Rio-São Paulo de 2002, ele já era mostrado como grande promessa do time.

Diego Ribas da Cunha nasceu no dia 28 de fevereiro de 1985, em Ribeirão Preto. O Comercial, equipe da cidade, foi o primeiro lar do atleta no futebol. Logo aos seis anos, o futuro ídolo da massa alvinegra começava a dar os primeiros chutes.

Exceção no futebol brasileiro, o atleta passou a infância em uma família bem-estruturada. Seu pai, Djair, é engenheiro industrial. As duas irmãs mais velhas cursaram faculdade. Isso ajudou o meia na sua carreira.

Um amigo indicou Diego ao Santos, e o garoto de Ribeirão passou a descer para a Baixada todos os finais de semana. Um dia, quando o jogador tinha apenas 11 anos, o técnico Eduardo Jenner o aconselhou a ir morar na cidade e fez a cabeça do menino, que se mudou para a casa do treinador e, posteriormente, para o alojamento do time.

Começava ali a história do fim do jejum santista, que teve seu capítulo final no Campeonato Brasileiro de 2002.

Publicação: 19/03/2004. Última atualização: 23/12/2004
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