| Foto: Gazeta Press |
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As polêmicas
Depois da derrota nos pênaltis
diante do Palmeiras, pelas semifinais da Copa Libertadores
de 2000, Dinei praticamente cortou relações
com as torcidas organizadas do clube. O fato que originou
este estranhamento entre as partes foi a famigerada invasão
dos vestiários do Parque São Jorge, ocorrida
no dia 26 de junho daquele ano.
Na ocasião, que marcou também a saída
do atacante Edílson do Alvinegro, Dinei teria sido
ofendido pessoalmente por membros de organizadas como a própria
Gaviões da Fiel. O jogador, que chegou a entrar com
uma camisa da Gaviões dentro de campo (nas comemorações
da conquista do Brasileirão de 98, Dinei chegou a ser
repreendido pelo promotor Fernando Capez pelo ato), afastou-se
das organizadas desde então. O atacante ficaria no
Corinthians até novembro de 2000, quando rescindiu
amigavelmente seu contrato com o clube paulista.
Fora das quatro linhas, Dinei ficou famoso por ter posado
nu, em fevereiro de 1999, para uma revista direcionada ao
público homossexual. Influenciado pelo volante Vampeta,
que havia feito o mesmo tipo de ensaio na edição
anterior da publicação, o atacante recebeu um
cachê de cerca de R$ 100 mil.
Apesar das brincadeiras dos colegas, que acharam as fotos
de gosto duvidoso, Dinei "aprovou" o resultado do
ensaio. "É claro que o cachê pesa muito,
mas também pesou o fato de me sentir, pela primeira
vez, uma espécie de Michael Jackson brasileiro, tamanha
a qualidade das fotos que eu tirei", afirmou.
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