| Foto: Djalma Vassão / Gazeta
Press |
 |
À beira do gramado
Dois anos após encerrar
a carreira de jogador, Edinho não se desligou do futebol
e começou a trabalhar como técnico. O início
de sua nova profissão foi semelhante a quando usava
chuteiras, já que a primeira equipe profissional que
dirigiu foi justamente o Fluminense.
Pelo Tricolor das Laranjeiras, comandou a equipe nas conquistas
da Taça Guanabara de 91 e 93. Antes de ir para o Vitória,
em 96, Edinho teve passagens por Botafogo, Flamengo e Marítimo,
de Portugal. Na equipe baiana, levou o Rubronegro ao título
do Campeonato Baiano.
Depois do Vitória, Edinho foi para a Portuguesa em
97, quando o time começou a ter um bom desempenho,
mas foi afetado por problemas extra-campo, enfraquecendo o
trabalho do treinador. No ano seguinte, dirigiu novamente
o Fluminense e o Grêmio, com as equipes tendo apenas
desempenhos modestos.
Em 2002, Edinho foi contratado pelo Goiás, equipe que conquistou
o Campeonato Goiano e a Copa Centro-Oeste daquela temporada.
Em 2003, o técnico carioca assumiu novamente o comando do
Vitória, substituindo Joel Santana na disputa do Campeonato
Brasileiro. Mas ficou pouco mais de um mês, demitido após
a 21ª rodada em razão da uma seqüência de maus resultados.
Ainda nesta edição do torneio nacional, Edinho voltou a
Salvador. No entanto, o destino desta vez não era o Barradão.
Contratado pelo Bahia, o treinador chegou ao Tricolor para
substituir Lula Pereira e defender o arqui-rival de seu ex-clube.
Sua estréia no comando do Bahia aconteceu na 40ª rodada, na
derrota por 3 a 2 para o Guarani, em Campinas.
|