| Foto: Acervo / Gazeta Press |
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Seleção brasileira
Com a camisa verde-amarela, Edinho
disputou 87 partidas. Assim como Zico, Carlos e Oscar, participou
das Copas do Mundo de 78, 82 e 86. Na primeira delas, organizada
e vencida pela Argentina, o técnico Claudio Coutinho
apostou nas características ofensivas de Edinho e o
improvisou na lateral-esquerda.
No entanto, o zagueiro não teve um bom rendimento
no setor e foi alvo de duras críticas no Brasil, que
terminou o Mundial invicto, mas em terceiro lugar.
Quatro anos depois, na Espanha, agora sob comando de Telê
Santana, Edinho ficou na reserva de Luisinho, do Atlético-MG.
Do banco de suplentes, o zagueiro assistiu ao show do italiano
Paolo Rossi, carrasco do Brasil ao marcar três gols.
Em 86, finalmente Edinho conseguiu um lugar entre os onze
titulares, após ganhar a vaga na equipe durante as
eliminatórias. Ele inclusive marcou um gol na goleada
por 4 a 0 sobre a Polônia. Novamente dirigido por Telê,
o time desta vez não passou das quartas-de-final, quando
perdeu nos pênaltis para a França.
A única conquista de peso de Edinho na seleção
foi em 75, quando o Brasil faturou a medalha de ouro no Jogos
Pan-americanos do México. Nesta competição,
o primeiro lugar ficou dividido entre brasileiros e mexicanos,
já que a decisão foi interrompida durante a
prorrogação quando o placar apontava um empate
por 1 a 1.
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