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Seleção
Brasileira
| Gazeta Press |
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A história mais intrigante na carreira de Giovanni
está ligada à Seleção Brasileira.
O meia foi convocado pela primeira vez por Zagallo em 1995,
aos 23 anos, mas nunca conseguiu se firmar com a camisa amarela.
Em 1998, foi à Copa da França e só jogou
45 minutos, na estréia contra a Escócia.
A primeira convocação, para o amistoso com
o Valência, o craque dedicou aos companheiros do Santos,
que o ajudaram a se destacar. Ganhou a posição
de titular, mas não foi capaz de se firmar. Em fevereiro
de 1996, jogou 45 minutos contra a Polônia, marcou dois
gols e conquistou a confiança de Zagallo. Porém,
foi substituído por Juninho e, em abril, nem foi relacionado
pelo treinador para o jogo com o Chile. Para Giovanni, a culpa
foi do técnico Bobby Robson, que o tirou do time do
Barcelona e o "queimou."
Por obra do destino, após quase um ano sem ser lembrado,
seu nome apareceria na lista dos 22 jogadores convocados para
a Copa do Mundo de 1998. Juninho havia sofrido uma contusão
e Raí decepcionou no amistoso contra a Argentina. Giovanni,
porém, teria uma participação apática.
Ao final do Mundial, já nem se empenhava nos treinos,
sem esperança de entrar em campo.
Com Wanderley Luxemburgo, teve nova chance para a Copa Ouro,
em 1999, mas acabou criticado por falta de empenho. A essa
altura, já amargava problemas com o novo técnico
do Barcelona, o holandês Louis Van Gaal - que também
teria divergências com Rivaldo no clube catalão.
Com o tempo, foi esquecido pelos técnicos brasileiros
e nem chegou a ser cogitado para as seleções
de Leão, Luiz Felipe Scolari e Parreira. Com uma participação
em Mundial e um vice-campeonato no currículo, o Giovanni
de hoje, ídolo incontestável no Olympiakos (Grécia)
há cinco temporadas, nem se preocupa mais com o ostracismo.
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