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. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ROMÁRIO

Marcando época na Europa

Gazeta Press
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O ano de 1988 foi fundamental na carreira de Romário. Após conquistar o título carioca e sagrar-se goleador do campeonato, o atacante foi para ao clube holandês PSV Eindhoven. Lá iniciou a fase mais gloriosa de sua caminhada no futebol. Levou a artilharia por três temporadas, sendo campeão em todas elas. Conseguiu se adaptar muito bem ao novo país, aprendendo rapidamente o idioma local e caindo nas graças da torcida.

Nesta época, o Baixinho começou a se firmar como craque também na seleção brasileira. Em 89, conquistou a Copa América, marcando o gol da vitória contra o Uruguai. Também foi nome certo na equipe para a disputa da Copa do Mundo na Itália, no ano seguinte.

A Era Romário no PSV terminou em 1993, quando seu passe foi comprado pelo time espanhol do Barcelona por US$ 4,5 milhões. No time catalão, ele teve um início arrasador, marcando 17 gols em 12 jogos da pré-temporada. Mas no decorrer do campeonato começou a enfrentar (e criar) muitos problemas.

Apesar de liderar a lista de artilheiros, a torcida dizia que o time caía de produção quando Romário estava na equipe. Isto fez o jogador começar muitos jogos na reserva. Além disso, o atacante tinha o péssimo hábito de se divertir na noite catalã, o que irritava o técnico holandês Johan Cruyff. Para piorar a situação, o Baixinho mostrava-se muito indisciplinado em campo - chegou inclusive a ser suspenso uma vez por quatro jogos, após agredir um zagueiro adversário. Esta situação só melhorou ao término do campeonato de 94, com o Barcelona campeão e Romário artilheiro.

Atualização em 14/09/2005
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