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. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . BJORN BORG
Foto Gazeta Press
Foto Gazeta Press

Silvia Amorim, especial para A Gazeta Esportiva Net

O tempo ainda era das raquetes de madeira, mas isso não impediu o sueco Bjorn Borg de se tornar uma máquina de ganhar títulos e dólares.
Nascido numa pequena cidade, Borg começou a jogar contra a parede da garagem, até conseguir vaga num clube de Estocolmo. Viajava quilômetros diariamente atrás de sua paixão e foi recompensado.

Aos 15 anos, Borg já era uma estrela, entrndo para o circuito profissional com incríveis vitórias. Aos 17, ganhou seu primeiro Grand Slam, no saibro de Roland Garros, e daí para a frente não parou mais.

Cabelos compridos, fita na testa, o efeito top spin e o golpe de esquerda com duas mãos se tornaram sua marca registrada. O "Ice Borg" exibia incrível frieza nas quadras e fez duelos inesquecíveis contra feras do peso de John McEnroe, Jimmy Connors e Ivan Lendl.

Surpreendeu o mundo ao anunciar sua aposentadoria aos 27 anos. Tornou-se um fracassado homem de negócios, envolveu-se em casamentos complicados, tentou o suicídio e envolveu-se com drogas. Quando decidiu voltar às quadras, seu tempo havia passado. Acabou indo para o circuito de veteranos, onde conheceu novamente a glória, até desistir definitivamente no final de 2000.

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