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. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .CARLOS KIRMAYR
Foto Luiz Doro/ ZDL/ Divulgação
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O treinador: destaque dentro e fora das quadras

Carlos Alberto Kirmayr começou a trabalhar como técnico em 82, antes de encerrar a carreira como jogador. Na década de 80, dirigiu Cássio Motta, Luís Mattar, Dácio Campos, Ricardo Acioly e José Amin Daher.

No entanto, o grande salto na profissão de treinador aconteceu nos anos 90, quando Gabriela Sabatini foi sua tenista durante quatro temporadas. Além dela, passaram pelas suas mãos Arantxa Sánchez-Vicário, Cedric Pioline, Conchita Martinez e Nicolas Pereira.

Foi sob o comando de Kirmayr que Sabatini conquistou o título mais importante de sua carreira. Em 90, a argentina fez excelente campanha e faturou o Aberto dos EUA. 'Foi o único Grand Slam da Gabi. Ela estava em sua melhor fase', lembra o brasileiro.

Kiki lembra ainda que a tenista esteve próxima do título de Wimbledon no ano seguinte. Segundo ele, a argentina jogou bem, mas não conseguiu superar Steffi Graf. 'O jogo foi muito bom. A Gabi esteve perto de ganhar', lamenta. Da relação profissional entre Sabatini e Kirmayr surgiu uma amizade que dura até hoje.

Hoje: dedicação eterna ao tênis

Aos 53 anos, Kirmayr continua dedicando sua vida ao tênis. Ele é membro do Comitê de Treinadores da Federação Internacional (ITF), faz parte do departamento de capacitação de professores da CBT, é diretor técnico da entidade e participa da Comissão de Atletas do Ministério dos Esportes.

Além disso, ele coordena escola de tênis que leva seu nome, no Rio de Janeiro, e comanda clínicas para jogadores de todas as idades. Essas clínicas acontecem no início e no meio do ano no centro de treinamento construído por Kirmayr e sua família, em Serra Negra.

Publicação: 21/05/2004
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