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Gazeta Press |
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Rever a trajetória do tenista
norte-americano John McEnroe desde os primeiros momentos, quando
ainda era catador de bolinhas, é topar com três diferentes significados
para a palavra arte.
A primeira, aquela dos quadros, que antes ele usava como distração
durante os torneios, tornou-se mais tarde, com a gerência de
uma galeria em Nova York, sua mais nova dedicação profissional.
O casamento com esta arte, como disse, levou tempo: No
meu crescimento, a arte foi uma coisa que não fez parte da minha
vida.
Para delírio dos fãs do esporte, por outro lado, a arte das
quadras já vinha do berço. Praticante e defensor fervoroso do
tênis clássico, McEnroe soube pincelar como ninguém, desde as
primeiras partidas, jogadas memoráveis, que se diga, indefensáveis.
Mas junto com o pacote , além da intimidade precoce com o esporte
e de muitas glórias, McEnroe recebeu também o peso de ser um
primeiro do mundo. Uma coisa importante é aprender uma
lição a cada vez que se perde. A vida é um processo de aprendizado
e você tem de tentar aprender o que é melhor para si,
disse uma vez. |