Fale conosco Receba o boletim  
  Abertura
  Nascida tcheca
  Com o tênis nas veias
  O apoio paterno
  A deserção
  Números e recordes
  Rainha em Wimbledon
  O tabu dos EUA
  O time Navratilova
  Fim do império
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . MARTINA NAVRATILOVA
Foto Gazeta Press
Foto Gazeta Press

Por Laudicéia Machea

Para muitos, ela é a maior tenista de todos os tempos. Não há o que contestar. Afinal, a norte-americana Martina Navratilova, nascida tcheca, não tem apenas a maior coleção de títulos e vitórias que o esporte da raquete já viu, mas também marcou seus 21 anos ininterruptos de carreira com a luta incansável pelos direitos da mulher no esporte.

Homossexual assumida, Martina quebrou todas as fronteiras. Ao mesmo tempo em que participou de campanhas pela liberação sexual e se envolveu na política, destruía nas quadras suas grandes rivais. Atravessou a era Billie Jean King, realizou com Chris Evert o mais sadio e espetacular duelo do esporte feminino, encarou Steffi Graf, enfrentou a juventude de Monica Seles.

Martina encerrou a carreira individual em 1994 e promteu esquiar e curtir a vida. Não aguentou a saudade do tênis. Seis anos depois, surpreendeu todo mundo ao anunciar um breve retorno ao circuito para alguns torneios de duplas. Mas o retorno foi tão bom que Navratilova ainda permanece no circuito.

Com 47 anos, ela ainda mostra que tem pernas leves, mãos habilidosas mas especialmente uma incrível vontade de lutar e vencer. Em 2004, Navratilova promete mais uma temporada e garante: "Esta será a minha última. Já estou virando uma cinquentona", brinca. O fanático pelo bom tênis espera que a promessa seja, mais uma vez, esquecida.

Publicação: junho/1999 - Atualizado em 29/12/2003
Gazeta Esportiva.Net © Todos os direitos reservados à Gazeta Esportiva.Net Voltar            Topo da página