| Foto Gazeta Press |
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Nascida tcheca
Jana Semanska e Miroslav Subert se conheceram nos Montes
Krkonose, na então Tchecoslováquia, onde Jana era instrutora
de esqui. Miroslav era gerente de restaurante em Praga,
mas após o casamento os dois se mudaram para uma cidadezinha
chamada Spindleruv Mlyn. Durante dois anos e meio, eles
trabalharam nos Montes Krkonose.
No fim do verão de 1956, Jana voltou para Praga para dar
à luz a Martina, em 18 de outubro. Apenas dois anos depois,
a garota já estava aprendendo a esquiar. Nessa mesma época,
seus pais resolvem se separar.
Martina nasceu no mesmo ano em que os tanques russos invadiram
a Hungria. Em 1968, seria a vez de seu país, já sob influência
soviética, ser invadido. Esses conflitos políticos marcariam
de forma significativa a vida de Martina, mudando o padrão
social e financeiro de sua família.
As restrições impostas pelo socialismo às suas participações
em torneios no exterior e sua revolta em relação à falta
de conforto reinante em seu país tornariam a jovem tenista
extremamente seduzida pela liberdade norte-americana e seriam
pontos determinantes em sua futura deserção.
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