| Foto Gazeta Press |
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O "empresário"
Ainda quando era jogador, Thomaz já pensava no futuro
do tênis quando se retirasse do circuito. Por isso,
fundou, ao lado de Luis Felipe Tavares, outro ex-tenista,
a Koch-Tavares, empresa que visava desenvolver o esporte nacionalmente.
"Começamos a trabalhar com a Koch-Tavares quando
eu sentia a necessidade de realizar torneios no Brasil era
muito difícil um brasileiro se destacar internacionalmente
porque não tinha chance de ir para fora. Eu tinha a
visão do lado do tênis e era mais um serviço
de possibilidade para o tênis brasileiro se desenvolver",
conta.
Entretanto, o futuro provaria que Thomaz não é
um empresário, apenas um amante do tênis. Depois
de algum tempo como sócio da empresa, desentendimentos
surgiram entre ele e Luis Felipe, o que culminou com sua saída
do projeto.
Não é difícil de flagrar na fala de
Koch a mágoa que sente dos ex-sócios. O sonho
ia por água abaixo.
"Tive divergências com o Luis Felipe Tavares. O
que ocasionou a ruptura foi simples: eu via mais o lado do
tenista, querendo criar condições do atleta
se desenvolver, tendo isso até hoje dentro de mim,
enquanto o Luis Felipe e o Juliano (irmão) usavam o
tenista como uma mercadoria".
Atualmente, morando no Rio de Janeiro, sua vida se divide
entre eventos relacionados ao tênis, trabalhos em comunicação
(escreve uma coluna no Jornal do Brasil e esporadicamente
comenta torneios para a ESPN Internacional) e à ex-
jogadora de vôlei Isabel, com quem é casado.
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