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Início meteórico
| Foto Gazeta Press |
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Thomaz Koch saiu de Porto Alegre e começou a brilhar
no cenário nacional. Ainda adolescente, o gaúcho
já impressionava quem entendia do assunto pelo seu
talento dentro de quadra. Porém, aos 18 anos, havia
chegado a hora dele explodir rumo ao reconhecimento internacional.
Pode-se dividir a carreira de Thomaz em dois momentos: antes
e depois de 1963. Nesse ano, o tenista alcançou dois
feitos que, até nos patamares atuais do tênis,
seriam encarados como grandes conquistas.
Naquele ano, Koch brilhou nos Estados Unidos. A primeira
grande proeza foi a conquista do Orange Bowl, principal torneio
juvenil do mundo. Depois disso, o atleta foi aclamado por
especialistas como o maior talento da sua categoria em toda
a Terra. O tempo provaria que eles estavam certos.
Um pouco depois de vencer no juvenil, o brasileiro superou
todas as expectativas ao alcançar as quartas-de-final
do torneio do US Open. Essa façanha só foi igualada
por Guga em 1999. Thomaz começava a incomodar os profissionais.
Porém, nem tudo eram alegrias. Nesse momento, surgia
na carreira de Koch um problema que o atrapalharia durante
muito tempo: a falta de dinheiro para correr o circuito. "Eu
nunca tive patrocínios, por isso tinha que batalhar
bastante para conseguir jogar", destaca. Mais adiante
veremos que ele conseguiu resultados expressivos em todos
os Grand Slams, só não foi bem sucedido no Australian
Open. Motivo: nunca jogou, não tinha recursos para
isso.
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