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Soldado Koch: quem ama
não esquece
| Foto Gazeta Press |
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Quando foi recrutado pelo tênis aos cinco anos de idade,
o garoto de Porto Alegre não tinha noção
do que seria para o esporte. Porém, sua trajetória
com as raquetes e as bolinhas não acaba junto com sua
carreira. Como um soldado que defende sua pátria numa
batalha, Koch luta pelo desenvolvimento do tênis no
Brasil desde a época que se retirou das quadras.
Entre muitas atividades exercidas por ele, a de técnico
foi uma das principais. Seja com crianças, amadores
ou profissionais, Thomaz estava sempre lá, vigiando
e ajudando atletas com o objetivo de melhorar a qualidade
do tênis nacional.
Como treinador alcançou uma de suas maiores façanhas
no Pan-Americano de 1987, quando levou Gisele Miró
e Fernando Roese à medalha de ouro nos simples. Depois,
treinou categorias juvenis. Em 2002 esteve no comando da seleção
brasileira de 18 anos. Esse programa, no entanto, foi fechado
pela Confederação Brasileira de Tênis,
frustrando ao professor.
Inconscientemente, o tenista também abriu caminho
para todas as glórias do tênis masculino nacional
posteriormente. Pode-se afirmar que Luiz Mattar, passando
por Jaime Oncins, Fernando Meligeni, Gustavo Kuerten etc,
surgiram após um pequeno, mas importante desenvolvimento
do tênis no Brasil na década de 80, incremento
que Thomaz Koch certamente fez parte.
Ele não pára. Não é difícil
procurar por Koch e achá-lo em alguma clínica
esportiva ou em algum torneio de incentivo ao tênis.
É uma constante em sua vida, uma sina.
Na guerra pela popularização da modalidade,
o ex-atleta entraria de cabeça em um projeto que viria
a ser uma grande decepção pós-aposentadoria:
a Koch-Tavares.
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