Pilotos: 20 - Jenson Button (ING) e 21 - Rubens Barrichello (BRA)
Reservas: Não há
Nacionalidade: Inglesa
Base: Brackley (ING)
GPs disputados: 0
Vitórias: 0
Poles: 0
Melhores voltas: 0
Pontos: 0
Temporadas: É estreante
Títulos (pilotos): Nenhum
Títulos (construtores): Nenhum
Chefe: Ross Brawn
Modelo: BG001 (605kg)
Motor: Mercedes V8 FO 108W
Transmissões: Semiautomática de 7 velocidades
Combustível: Eneos
Pneus: Bridgestone
Site oficial: www.brawngp.com
Histórico: Equipe estreia nesta temporada após Ross Brawn assumir a estrutura deixada pela Honda.
PILOTOS
Jenson Button
Local de Nascimento: Frome, Inglaterra
Data de nascimento: 19/01/1980
Equipe: Honda
Site: www.jensonbutton.com
Altura: 1,81m
Peso: 69 kg
Estréia na Fórmula 1: 12/03/2000
Títulos: Nenhum
Desempenho na última temporada: 18º colocado
Número do carro: 20
Retrospecto na categoria:
2008: 18º (Três pontos/Honda)
2007: 15º (Seis pontos/Honda)
2006: 6º (56 pontos/Honda)
2005: 9º (37 pontos/ BAR)
2004: 3° (85 pontos/ BAR)
2003: 9º (17 pontos/ BAR)
2002: 7º (14 pontos/ Renault)
2001: 17º (2 pontos/ Benneton)
2000: 8º (12 pontos/ Williams)
Desempenho (até o GP do Brasil de 2008):
GPs: 154
GPs completados: 105
Vitórias: 1
Poles: 3
Pódios: 15
Chegadas com pontuação: 61
Abandonos: 49
Voltas mais rápidas: 1
Pole e Vitória em uma mesma corrida: 0
Pole, Vitória e Volta mais rápida em uma mesma corrida: 0
Trajetória: Companheiro de Rubens Barrichello, Button começou no kart aos oito anos de idade. Conquistou bons resultados em diversas categorias e se transferiu para a Fórmula Ford em 1998. No ano seguinte, foi o terceiro colocado na Fórmula 3 Inglesa e, devido ao fato de Frank Williams não estar feliz com Alex Zanardi, conquistou um lugar na Fórmula 1 no ano 2000.
Disputou sua primeira prova com pouco mais de 20 anos, sendo um dos pilotos mais jovens a participar de um GP de Fórmula 1. A oitava colocação no ano rendeu a Button uma proposta da Benetton. A troca, porém, não foi nada boa para ele e o inglês fez um péssimo 2001, somando apenas dois pontos durante a temporada.
As coisas melhoraram no ano seguinte e ele somou 14 pontos. Isso, no entanto, não foi suficiente e o europeu acabou substituído pelo reserva Fernando Alonso na temporada seguinte. Button, porém, encontrou uma vaga na BAR e começou a mostrar suas qualidades: foi muito consistente e fechou a temporada com uma quarta colocação no GP do Japão, o que lhe garantiu o nono posto no Mundial de Pilotos.
O inglês melhorou ainda mais em 2004 e foi o terceiro colocado na classificação geral, perdendo apenas para as fortíssimas Ferrari. Seu desempenho garantiu um espetacular vice-campeonato para a equipe no Mundial de Construtores. Fora das pistas, porém, fez lambança: com contrato assinado com a Williams para 2005, mudou de idéia e se envolveu em uma batalha jurídica para ficar em Brackley.
Obteve êxito, mas teve seu desempenho no ano prejudicado porque seu carro estava abaixo do peso mínimo após o GP de San Marino e a equipe foi desclassificada das três provas seguintes. Apesar disso, pontuou em todas as provas restantes.
Antes de se garantir na Honda em 2006, teve que pagar uma quantia milionária à Williams por não ter honrado seu compromisso com Grove. Na escuderia japonesa, porém, só voltaria a ter um grande momento com a vitória no GP da Hungria. Em 2007 e ano passado, a equipe construiu um carro muito ruim e a temporada de Button resumiu-se a uma disputa interna com Rubens Barrichello.
Expectativa: Após um período de incertezas com a saída da Honda da Fórmula 1, a Brawn surpreendeu ao construir um dos melhores carros da pré-temporada. O time promete lutar por vitórias, mas ainda convive com a desconfiança de ter passado por poucos testes.
Rubens Barrichello
Local de Nascimento: São Paulo, Brasil
Data de nascimento: 23/05/1972
Equipe: Honda
Site: www.barrichello.com.br
Altura: 1,72m
Peso: 74 kg
Estréia na Fórmula 1: 14/03/1993
Títulos: Nenhum
Desempenho na última temporada: 14ª colocação
Número do carro: 21
Retrospecto na categoria:
2007: 14º (11 pontos/Honda)
2007: 20º (0 pontos/Honda)
2006: 7º lugar (30 pontos/Honda)
2005: 8º (38 pontos/ Ferrari)
2004: 2° (114 pontos/ Ferrari)
2003: 4º (65 pontos/ Ferrari)
2002: 2º (77 pontos/ Ferrari)
2001: 3º (56 pontos/ Ferrari)
2000: 4° (62 pontos/ Ferrari)
1999: 7º (21 pontos/ Stewart)
1998: 12º (4 pontos/ Stewart)
1997: 14º (6 pontos/ Stewart)
1996: 8º (14 pontos/ Jordan)
1995: 11° (11 pontos/ Jordan)
1994: 6º (19 pontos/ Jordan)
1993: 9º (2 pontos/ Jordan)
Desempenho (até o GP do Brasil de 2008)**:
GPs: 270
GPs completados: 178
Vitórias: 9
Poles: 13
Pódios: 62
Chegadas com pontuação: 113
Abandonos: 92***
Voltas mais rápidas: 15
Pole e Vitória em uma mesma corrida: 5
Pole, Vitória e Volta mais rápida em uma mesma corrida: 2
** De acordo com os critérios do próprio Rubinho, valem todas as corridas que ele se apresentou para largar no grid. Desta forma, são contabilizados o GP da Bélgica de 1998, quando ele se envolveu em um acidente logo na largada e os GPs da França e da Espanha de 2002, quando sua Ferrari apresentou problemas ainda no grid de largada e ele não correu. O GP de San Marino de 1994, quando ele sofreu um grave acidente da sexta e foi hospitalizado não entra na conta
*** A desclassificação de Barrichello no GP da Austrália de 2008 foi considerada abandono
Trajetória: Com uma rápida passagem pelo Kart na juventude, Rubens Barrichello começou a de destacar quando foi campeão da Fórmula 3 Britânica em 1991 e terceiro colocado da Fórmula 3000 no ano seguinte. Chamado pela Jordan, fez apenas dois pontos em sua primeira temporada e no ano seguinte se viu com a missão de substituir o ídolo Ayrton Senna, morto no GP de Ímola, como destaque brasileiro da categoria.
Obviamente não foi muito longe com a fraca Jordan e, após somar 14 pontos em 1996, se transferiu para a Stewart, onde tinha a esperança de ser mais rápido. Os problemas de confiabilidade da equipe, porém, prejudicaram Rubens, que fez duas de suas piores temporadas na escuderia. Só melhorou um pouco em 1999, quando foi o sétimo colocado do Mundial e conseguiu se transferir para a Ferrari.
Com ânimo renomado, Barrichello logo viu suas esperanças se diluírem em Marenello, onde ficou à sombra de Michael Schumacher durantes os seis anos em que permaneceu na equipe. Apesar disso, Rubinho, conquistou resultados respeitáveis com o carro vermelho, sendo nove vitórias e dois vice-campeonatos (2002 e 2004). Com um carro ruim, viu seu desempenho despencar em 2005 e terminou o campeonato apenas na oitava posição.
Substituído por Felipe Massa, foi para a Honda, onde chegou cerca de expectativas e disse ter condições de lutar até pelo título mundial, especialmente após os bons resultados da pré-temporada de 2006. Porém, não se adaptou ao carro da escuderia japonesa e terminou a temporada sem conseguir subir ao pódio.
O fundo do poço, porém, estava reservado para 2007: com um carro extremamente ruim em mãos, o brasileiro encerrou uma temporada da Fórmula 1 sem somar um ponto sequer pela primeira vez na carreira. No ano seguinte, Rubinho voltou a sorrir com o terceiro lugar no chuvoso GP da Inglaterra, mas o carro não lhe permitiu fazer muito mais que isso.
Piloto mais velho da categoria, Barrichello recusou-se a se aposentar no final de 2008. Disputando vaga para 2009 com os jovens Bruno Senna e Lucas di Grassi, Rubinho chegou a ser dado como carta fora da categoria, mas acabou escolhido por Ross Brawn, com quem trabalhou na Ferrari, para assumir um dos carros da Brawn GP, time surgido a partir da estrutura deixada pela Honda, que saiu da Fórmula 1 em dezembro do ano passado.
Expectativa: Depois de muito sofrer na Honda, Barrichello tem grandes chances de voltar a figurar entre os primeiros colocados. Resta, no entanto, saber o quão real foram os excelentes testes da Brawn GP durante a pré-temporada.
