O lateral esquerdo Léo irá fazer neste sábado a sua primeira partida no Engenhão. Nascido em Campos, no estado do Rio de Janeiro, o jogador jamais atuou no estádio, que leva o nome do presidente de honra da Fifa, João Havelange, foi construído para a disputa dos Jogos Pan-Americanos de 2007 e cedido pela prefeitura carioca, após o evento, para o Botafogo, por um período de 20 anos.
Motivado para fazer uma boa apresentação no Engenhão, o camisa 3 do Peixe alertou a equipe quanto às dificuldades que os santistas devem encontrar diante do Glorioso. Segundo Léo, o fato do clube da Estrela Solitária ocupar a 18° posição no Campeonato Brasileiro, com apenas três pontos ganhos, sem nenhuma vitória, faz com que os cariocas venham dispostos a fazer de tudo para derrotar o Alvinegro Praiano.
"Deve ser um jogo difícil, complicado, até mesmo pela ganância do adversário em buscar o resultado. Mas vamos para lá pensando em vencer. Temos uma pontuação que precisamos fazer, recuperando aqueles pontos que perdemos contra o Santo André ( quando o time da Vila Belmiro cedeu o empate, 3 a 3). A dificuldade vai ser grande, no entanto, se continuarmos com essa pegada, temos grandes chances de sair do Engenhão com um bom resultado", avaliou.
Focado na vitória, o ala esquerdo se apega ao retrospecto do Santos dentro da casa botafoguense como um fator a mais em busca do segundo triunfo da equipe como visitante. Nas duas vezes em que o Peixe enfrentou o Bota, em seu novo estádio, saiu vencedor. Em 2007, com gols do meia Rodrigo Tabata e do atacante Renatinho, os santistas ganharam, por 2 a 1. No ano passado, foi a vez de Molina dar a vitória ao Alvinegro Praiano. Ambos os confrontos foram válidos pelo Brasileirão.
"O Santos ganhou os dois jogos que disputou contra o Botafogo no Engenhão e vamos procurar manter esses 100% de aproveitamento. Além disso, eu também gostaria de conquistar um resultado positivo logo em minha primeira partida neste estádio", concluiu.
