Simpático, mas quieto: Assim como o atacante Ronaldo, o técnico Mano Menezes também desembarcou no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na madrugada desta sexta-feira, sem conversar com os jornalistas. Mas, ao contrário do fenômeno, não economizou nos sorrisos e nos cumprimentos aos jornalistas. Apenas deu o alerta quando viu os microfones: "Não falo em aeroporto, chefe".
Número da sorte? Em seus tempos de Grêmio, Mano deu ao atacante Herrera a camisa número 17 e viu o argentino, normalmente reserva, marcar gols sempre que era solicitado para entrar nos jogos. Usando essa justificativa, o treinador deu a camisa com a mesma numeração a Dentinho e agora vê o atleta balançar as redes com frequência. "Não sabia dessa superstição do Mano, mas fico feliz. Independente do número, o que quero é vestir o manto do Corinthians", avisou o garoto, autor dos últimos quatro gols alvinegros no ano.
Em alta com o público feminino: Quando a fase é boa em campo, fora dele a moral também aumenta. Herói do Timão no empate contra o Independiente Medellín, em Bogotá, Dentinho fez sucesso não apenas com os jornalistas, mas também com o público feminino no Aeroporto de Cumbica. "Ele é lindo. Que bom que consegui tirar uma foto", suspirou uma fã, feliz da vida com a lembrança, conseguida após passar por muito aperto.
