O atacante Kleber concorda com o presidente Luiz Gonzaga Belluzzo: o confronto contra o Corinthians deve ser visto como o clássico mais importante para o Palmeiras. Desta forma, será a chance do elenco mostrar ao técnico Luiz Felipe Scolari a força em momentos de maior pressão.
Como passa por uma reformulação e ainda procura reforços, o Verdão tenta encontrar o caminho certo para brigar por algo relevante na temporada 2010. Kleber espera que os companheiros tenham consciência de que o triunfo diante do Corinthians, atual líder do Brasileirão, será fundamental para o futuro de muitos atletas.
"Acho que não tem como mensurar tudo o que representa este jogo. O pessoal sabe da importância dessa vitória para nós e para o próprio Felipão, para ele ter confiança em cada um, saber com quem pode contar na hora difícil. A gente deve fazer isso domingo, por ele e por nós. Se não começarmos a acordar, não vai dar tempo nem de brigar pela Libertadores. Vamos fazer de tudo para vencer", promete o Gladiador.
Kleber acredita que até mesmo o consagrado Luiz Felipe Scolari terá um espírito diferente no seu 22º Dérbi contra o Corinthians (foram nove vitórias, seis empates e seis derrotas na passagem anterior pelo Palestra Itália). Afinal, o técnico carrega um jejum de três partidas sem vitória no início do trabalho no Palmeiras-2010.
"Essa série negativa não pesa sobre o Felipão, mas acho que incomoda. Com os jogadores também é assim. Mas ele sabe que pode contar com a gente. Vamos fazer de tudo para vencer e melhorar o mais rápido possível", promete Kleber, autor de dois gols desde o retorno ao Palestra Itália.
O ambiente do elenco alviverde fica menos tenso por causa da volta de peças importantes, como os volantes Pierre, Marcos Assunção e Edinho, suspensos no empate contra o Ceará. Kleber acredita que, com a força máxima, o Palmeiras apresenta potencial para algo melhor do que a atual décima colocação no Brasileirão, dez pontos atrás do rival de domingo.
"Nosso elenco conta com poucas opções. Fica complicado, são sempre dois ou três fora. Mas se pegarmos os 11 titulares, nosso time não é tão ruim. A gente precisa apenas se adaptar a um novo trabalho. Estamos melhorando, o jogo contra o Ceará mostrou isso", reitera o Gladiador.
