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Futebol/Bastidores - (06/09/2010 22h20min13 - Atualizado 06/09/2010 22h20min46 )
São Paulo (SP)

Como assim? - Na reapresentação do Palmeiras na Academia de Futebol, nesta segunda-feira, os jogadores tentaram digerir a derrota por 3 a 2 para o Cruzeiro. A equipe chegou a abrir 2 a 0 no marcador, mas sofreu um "apagão" no segundo tempo e levou a virada, algo difícil de compreender não somente para os torcedores, mas também para o elenco.

Reminiscências - "É complicado dizer como fica a cabeça, por causa da situação como foi o jogo", disse o zagueiro Fabrício. "Cheguei em casa e não consegui fazer nada. Não vi televisão, só fiquei repensando o jogo, em qual situação eu poderia ter feito algo, mas não fiz. É muito ruim. Me senti mal, mas estou me recuperando", contou.

Nem sabia - Fabrício não soube responder ao ser indagado sobre a revolta de Valdívia após ser substituído por Tinga. Dentro de campo, ele não viu o camisa 10 gesticular, reclamando por ter sido sacado pelo técnico Luiz Felipe Scolari. "Estou sabendo agora. Não vi TV. Cheguei em casa e procurei ficar bem quietinho, colocando a cabeça para funcionar."

Lição - Tinga também ficou sentido pela virada, mas tentou ver tudo pelo lado bom: "Cada um tem sua reação. Eu fico super abatido, mas procuro levar isso como um incentivo. Quando as coisas não estão bem, isso dá força para acertar um passe, marcar um gol. Foi uma situação complicada porque estávamos ganhando. É chato, mas que nos sirva de lição".

Angústia - Ainda no Pacaembu, o técnico Luiz Felipe Scolari falou sobre os maus bocados que passou enquanto o Cruzeiro virava o marcador. "É angustiante, meu filho. Você quer entrar em campo e fazer algo, mas não pode. Você tenta ajudar da forma que pode, mas é muito difícil", disse o treinador, decepcionado com o segundo tempo fraco protagonizado por sua equipe.





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