Amigos, o Marketing esportivo dos grandes clubes de futebol está cada vez mais atuante nos cenários nacional e internacional. A associação entre desempenho, comportamento e logomarca é uma realidade inegável dentro e fora dos gramados.
Ações publicitárias como as do Corinthians, Santos e outros clubes, demonstram a intenção de aprofundar as características destas grandes agremiações unidas com a imagem da paixão, devoção e identificação do produto interno.
Os torcedores são consumidores e protagonistas destes movimentos que - num curto espaço de tempo - certamente reduzirão as dívidas e emanciparão os clubes da ditadura dos grandes patrocinadores - formando, assim, instituições livres e mantidas através de eventos associados à cultura e expansão dos valores e referências dos clubes.
Esta emancipação ainda demanda a mudança de postura e visão de publicitários e dirigentes (especialmente no futebol). Na mesma direção, os atletas devem ser treinados, melhor acompanhados psicológica/emocionalmente, e desenvolvidos para contribuir nesta estrutura publicitária e, consequentemente, no fortalecimento da marca que representa.
Nos Estados Unidos e em boa parte da Europa, a Psicologia e o Marketing Esportivo já estão casados há muito tempo. Uma união estável e rentável aos cofres das equipes que apostam no desenvolvimento estratégico e bem coordenado às demais áreas administrativas.
O vínculo afetivo dos torcedores com as cores dos times é a grande via de acesso para que as novas campanhas obtenham o sucesso desejado. Criatividade, inspiração, inteligência, estratégia e senso de oportunidade são os principais ingredientes desta oportuna relação entre emoção, mercado, futebol e alta lucratividade.
O alvo publicitário de alguns times do país - em especial, uma meta do marketing esportivo do Corinthians - é a de, a médio prazo, os clientes internos e a imensa mobilização econômica por eles gerada poderá ser suficiente para manter o salário de grandes jogadores e garantir a presença de craques que são sonhos de consumo de qualquer torcedor que se preze.
O trabalho psicológico é um complemento fundamental na lapidação de tudo o que se pretende vender. Em especial, quando nos referimos a grandes marcas que, potencialmente, mobilizam milhões e milhões de dólares anuais e contam com a carta de alforria dentro de casa.
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