
O atacante Kleber assegura que permanece com dores na coxa esquerda, por isso não atuou pelo Palmeiras no clássico deste domingo contra o Santos, no Pacaembu. Aliás, o Gladiador realizou no sábado um exame no Hospital Albert Einstein por conta própria, situação que gerou um constrangimento até junto à Associação Nacional dos Médicos de Futebol.
No entanto, Kleber se defende e diz que não quis desrespeitar os integrantes do departamento médico do Palmeiras. "Eu tenho direito a uma segunda opinião", ressalta.
Antes do clássico contra o Santos, um dos médicos do Palmeiras, Otávio Vilhena, descreveu a semana de Kleber na Academia de Futebol. Ele pondera que o Gladiador treinou de segunda até sexta-feira sem reclamar de limitações e citou um incômodo apenas no sábado, após uma reunião com a diretoria.
"Eu comuniquei o médico que estava com dor, não importa se é forte ou fraca. O incômodo voltou sábado depois do treino", respondeu Kleber.
Ainda por cima, o Gladiador justifica que fez a solicitação de um teste no sábado e não foi atendido. "Pedi para o médico marcar um exame no sábado. Passei meu telefone, falei para ele me avisar e iríamos numa clínica. Passaram três horas e ele não me ligou", explica.
Mesmo com a recente controvérsia no Palestra Itália, Kleber acredita que seu clima com a comissão técnica do Palmeiras é bom. Sua maior divergência está mesmo com os dirigentes.
"Eu tenho condição de vestir a camisa do Palmeiras para o resto da vida, eu quero isso. Não muda nada. Meu clima com o Felipão é excelente, com o grupo é muito bom, com os funcionários é ótimo, mas com a diretoria é péssimo. E não faço questão de melhorar. Tenho que estar bem com a torcida, com os jogadores e com o Felipão. O resto não muda", finaliza.
