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Chefe de segurança da MotoGP vê morte de Simoncelli como fatalidade

Kuala Lumpur (Malásia)

O delegado de segurança das MotoGP, Franco Uncini, tratou de vetar as especulações de que a trágica morte de Marco Simoncelli no GP da Malásia teria sido causada por uma falha de segurança. Ele alegou que o traçado tem perfeitas condições para receber a categoria mais tradicional do motociclismo mundial, e que o falecimento do jovem piloto foi uma "fatalidade".

Após o acidente de Simoncelli, a segurança do ocorrido entrou em pauta. Ao passar por sobre a zebra em uma curva, o piloto da equipe Gresini caiu de sua moto e deslizou na direção da pista, sendo em seguida atropelado por Colin Edwards e Valentino Rossi - com o impacto, o capacete saiu da cabeça do italiano, que ficou desacordado na pista.

Uncini é ex-piloto e também sofreu um grave acidente em 1983, no GP de Assen, na Holanda. Na ocasião, ele caiu de sua moto após uma manobra e, ao se levantar para sair da pista, foi atingido na cabeça por Wayne Gardner, caindo desacordado na pista. Hoje dirigente da MotoGP, ele atestou a segurança do GP de Sepang, e afirmou que a pista não será alterada por conta do desafortunado acidente.

"O que se pode fazer agora para melhorar o circuito? Ficamos sem reação perante a isso e só podemos aceitar os fatos, nada mudará essa fatalidade', afirmou  Undici, em entrevista à emissora italiana RAI.

"O circuito da Malásia respeita todos os limites de segurança solicitados. Foi um acidente como qualquer outro, mas as motos estavam próximas demais. Essa foi a causa do drama", contou, lamentando o falecimento do simpático e agressivo piloto italiano.

"Só posso recordar dele com afeto, era sempre alegre quando conversamos. Eu o conhecia como um rapaz simpático, alegre, sempre sorridente. Será duro imaginar a Motovelocidade sem ele", comentou.

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