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Contra jejum tricolor, Assunção cita fim de tabu de 48 anos em Madri

William Correia São Paulo (SP)

Paulo Assunção optou por voltar ao Brasil para defender um time que não é campeão desde o Brasileiro de 2008, o único dos quatro grandes do Estado que ainda não conquistou nenhum título neste ano. Contra o jejum do São Paulo, o volante lembra seu histórico. Em 2010, ao conquistar a primeira de suas duas Ligas Europa pelo Atlético de Madri, quebrou jejum de 48 anos do clube sem um troféu continental.

“Quando cheguei ao Atlético de Madri, o clube não ganhava nada (nenhum torneio continental) há 48 anos, mas me apresentei falando que seria campeão. Fui para casa e minha esposa me deu uma dura: ‘como você vai ser campeão?! Este time não ganha nada!’”, lembra, sorrindo, o meio-campista.

A Liga Europa da temporada 2009/2010 foi o primeiro torneio continental vencido pelos atleticanos madrilenhos desde a Recopa Europa de 1961/1962. Depois, Paulo Assunção ainda venceu pelo clube a Supercopa da Europa de 2010 e mais uma vez a Liga Europa da última temporada.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Após vencer primeiro título europeu do Atlético de Madri em 48 anos, volante crê que sorrirá também no São Paulo
“Tomara que tudo aconteça de novo no São Paulo. Se Deus me abençoar, vou conseguir o mesmo sucesso que tive fora do País. Um título no São Paulo seria muito bom”, imaginou o jogador que usará na equipe do Morumbi o mesmo número 12 que o acompanhou no time espanhol.

Foi do atleta, que passou os últimos dez anos na Europa (conquistou cinco troféus no Porto, de Portugal), a decisão de acertar com o Tricolor. “Eu tinha proposta para jogar na Itália, na Rússia e em outros lugares. Mas, quando surgiu o São Paulo, não pensei duas vezes. Ainda mais no Brasil. Para um time tão grande, com boa estrutura e que ganhou tantas coisas, resolvi vir para ser feliz.”

E Paulo Assunção terá pouco tempo para provar seu perfil de vencedor, já que rescindiu com o Atlético de Madri para assinar vínculo de só um ano no São Paulo. “Fiz contrato de um ano para me adaptar, ver como é. O São Paulo tem muitos bons jogadores, um bom grupo. Com a volta do Rogério e do Luis Fabiano, o time ficou bem melhor agora”, animou-se.

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