Futebol/Campeonato Brasileiro - ( - Atualizado )

Marcos Assunção pede desculpas a Felipão: "Elenco está envergonhado"

São Paulo (SP)

Há 12 dias, Luiz Felipe Scolari definiu sua saída do Palmeiras em meio à briga contra o rebaixamento. E Marcos Assunção, um dos jogadores mais próximos ao ex-técnico, ainda sente os problemas que levaram à mudança de treinador. Tanto que o capitão do time, em nome do elenco, pede desculpas ao gaúcho que levou a equipe ao título da Copa do Brasil e a Seleção à conquista da Copa do Mundo de 2002.

“Só tenho a agradecer e pedir desculpas porque ele é um excelente profissional. Infelizmente, o futebol é assim: quando as coisas não vão bem, o primeiro a sair é o treinador. Nós, jogadores, estamos envergonhados”, relatou o volante ao SporTV, assegurando que os atletas ficaram abatidos pela responsabilidade que sentem ter na troca de comando.

Djalma Vassão/Gazeta Press
O volante Marcos Assunção enalteceu Felipão e mostrou-se envergonhado com a saída do treinador
“Ficamos envergonhados pela situação em que estamos e pelo que ocorreu com um cara que tanto bem fez para o Palmeiras, que tantas conquistas ganhou para o Palmeiras e ter que sair assim de uma forma e em uma situação na qual nós, jogadores, não estávamos fazendo o nosso dever corretamente de ganhar as partidas”, admitiu.

O meio-campista culpa si mesmo e os colegas pela situação que continua ruim para o Verdão. A equipe, que é quem mais perdeu no Campeonato Brasileiro, ocupa a antepenúltima colocação do torneio e está a cinco pontos do Coritiba, primeiro clube fora da zona de rebaixamento. A crise causou a saída de Scolari.

“Chegou um momento em que acho que até ele viu que não tava dando mais para aguentar tantos problemas. A situação que o palmeiras se encontrava era de muita pressão. E continua sendo. Só ganhamos uma partida, subimos uma posição, mas continuamos na zona de rebaixamento”, apontou Assunção, hoje comandado por Gilson Kleina, mas ainda fã de seu antigo chefe.

“O Felipão é um cara muito bom, não tenho nada a falar dele. Ele nos ajudou bastante, eu o tinha como um pai. Ele segurou vários problemas que não saiam na imprensa, deu a cara para bater. Em qualquer tipo de problema, ele chegava na linha de frente para resolver”, enalteceu.

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