Futebol/Campeonato Brasileiro - ( )

Sem medo, Tirone tem fé de que os jogadores tirarão "água de pedra"

William Correia São Paulo (SP)

Arnaldo Tirone admite a esperança de que a saída de Luiz Felipe Scolari faça os jogadores assumirem suas responsabilidades de evitar o rebaixamento no Brasileiro. Mas assegura confiança no elenco que, há dois meses, era campeão da Copa do Brasil. Por isso, se recusa a dizer que tem medo de ver o Palmeiras na segunda divisão de novo.

“Medo não faz parte da minha personalidade. Receio, sim. Estou chateado e preocupado, não quero ver meu clube de coração assim. Vou fazer de tudo, o possível e o impossível para isso não acontecer. Não estou com medo”, insistiu o presidente, assumindo, contudo, que os atletas precisarão se superar nas 14 rodadas que faltam.

“Confio totalmente no elenco campeão da Copa do Brasil. O Palmeiras é muito grande. Os jogadores que estão aqui sabem jogar futebol e podem tirar água de pedra, que é o que precisamos”, falou o dirigente. “Temos 14 jogos pela frente. Tenho fé de que vamos sair dessa”, continuou.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Presidente tenta ser otimista com chance de sorrir com time garantido na Série A de 2013
Mas é impossível esconder a tensão. O time está em penúltimo lugar, a sete pontos do Flamengo, primeiro clube fora da zona de rebaixamento. E o adversário do fim de semana é o arquirrival Corinthians. “Estamos preocupados com o jogo de domingo. Esperamos uma boa partida e, se possível, conseguirmos a vitória que precisamos”, afirmou Tirone.

O mandatário tenta até simplificar a tarefa de seus atletas para manter o Verdão na primeira divisão da liga nacional. “O que precisamos para pontuar? Fazer gols e não tomar. O time vem jogando bem, com partidas muito bem jogadas, mas não consegue as vitórias”, lamentou, ressaltando otimismo.

“Confio que temos todas as condições de reverter essa crise. Todos os times passam por crise. Times que estão na liderança hoje anos atrás passaram por isso. Não é o final do mundo. Estamos conscientes de que está difícil, mas crise é para ser administrada”, tentou minimizar.

Publicidade

Últimas Notícias

Publicidade


Publicidade

Publicidade


Publicidade