No Superclássico das Américas com a Seleção Brasileira, Réver conheceu o porquê da fama de La Bombonera, a mítica casa do Boca Juniors. O zagueiro viu de perto caldeirão argentino.
“A pressão é muito grande. Os argentinos sempre provocando, tentando tumultuar a partida com o ‘jeitinho argentino’”, relatou o jogador, ao voltar ao Brasil depois da experiência em Buenos Aires.
O Atlético-MG já está garantido no G-4 do Campeonato Brasileiro, mas ainda não tem definição a respeito da fase da competição sul-americana entrará. Réver afirma que a torcida atleticana poderá fazer o mesmo que viu na Argentina.
“Ainda temos algumas coisas para acontecer. Não sabemos se vamos estar classificados diretamente ou se vamos para essa pré-Libertadores. Mas quem for jogar em Belo Horizonte vai sentir muita pressão pelo estádio”, assegurou.
Com uma semifinal do torneio mais importante do continente no currículo – com o Grêmio, em 2009 –, o beque dá a receita para levar o Atlético-MG longe na competição.
“Libertadores é muito complicado. Nós vamos procurar corresponder fora de casa. As equipes tentam usar da ‘catimba’ e de jogadores experientes e precisamos ter tranquilidade para fazer a diferença”, pontuou.
Com o fim da reforma do Engenhão e a reabertuda do estádio em dezembro, o Atlético-MG deve mandar a maior parte de seus jogos na sua mais tradicional casa.
