Futebol/Bastidores - ( - Atualizado )

Em recuperação, Ricardo Gomes pensa em voltar ao banco em 2014

São Paulo (SP)

Assumindo uma função um tanto afastada dos gramados no Vasco, Ricardo Gomes não rejeita a possibilidade de voltar a ser técnico de futebol. Ainda em recuperação de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) sofrido em agosto de 2011, o ex-jogador e treinador ainda exibe sequelas, mas coloca 2014 como um possível prazo se reaproximar dos campos.

“Tenho algumas dificuldades na fala, mas acho que dá pra conversar. Minha volta ao futebol vai acontecer de forma diferente. Vou fazer o trabalho de direção técnica. Estou tentando voltar melhor do que eu saí. Talvez em 2014 eu volte a ser técnico. Não existem contraindicações”, explicou Gomes, em entrevista ao SporTV, esclarecendo que condições genéticas causaram o acidente.

Consagrado como zagueiro de Fluminense e do Paris Saint-Germain, Ricardo tem consciência de que o AVC ainda o limita. A reabilitação é prioridade.

“Eu não posso fazer o que eu fazia antes. O cargo de diretor é uma nova oportunidade. Primeiro eu tenho que me recuperar. Depois eu vejo se eu posso voltar a exercer o cargo de treinador ou não. Por enquanto vou dar o meu melhor para o Vasco”, prometeu, lembrando as longas sessões de fisioterapia.

Gaúcho, que já comanda o time da Cruz de Malta, será o técnico e tem o aval de Gomes, que já o conhece de quando trabalhou no clube. O novo diretor técnico do Vasco, agora, vive a expectativa de voltar ao futebol e desconversa sobre as questões financeiras no clube.

“Os problemas financeiros do Vasco não são exclusividade do time. Minha responsabilidade no Vasco é esportiva e não financeira, mas uma parte depende da outra. Eu estou esperando o aval do Roberto Dinamite pra começar a reforçar o Vasco para a próxima temporada”, declarou.

Gomes sofreu um AVC hemorrágico – a forma mais grave do problema – em 28 de agosto de 2011, durante um clássico contra o Flamengo. O Treinador à época, foi levado de ambulância para um hospital e ficou internado em estado grave, respirando por aparelhos por cerca de duas semanas.

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