Futebol/Bastidores - ( - Atualizado )

Fã de Ronaldo, Figo pede Neymar na Europa e lamenta por Adriano

Rio de Janeiro (RJ)

Eleito o melhor jogador do mundo em 2001, o português Luís Figo esteve no Brasil durante esta semana e endossou o discurso de grandes nomes do futebol para que Neymar se transfira para a Europa. Além de palpitar sobre o futuro do craque santista, o ex-jogador falou sobre a relação com Luiz Felipe Scolari e com o Imperador Adriano.

Em entrevista concedida à Placar, Figo admitiu conhecer pouco sobre o Campeonato Brasileiro, mas garante que para ser escolhido pela Fifa o melhor atleta do planeta é necessário vestir a camisa de alguma equipe do Velho Continente.

“Se ele não se transferir para a Europa, ficará sempre aquela suspeita sobre o seu rendimento. Uma coisa é jogar nos campeonatos português, brasileiro ou de algum outro centro menos famoso. E outra é jogar na Espanha, Inglaterra e Itália, que têm campeonatos mais fortes, de mais qualidade, o que te ajuda a crescer como jogador. Agora, é uma decisão sempre muito pessoal”, destacou.

Outra discussão constante no Brasil, a situação de Adriano também foi analisada pelo português. Para o craque, o problema não está no caráter do Imperador. “Se ele tem problemas, o mais importante é que queira ser ajudado. Ele é uma pessoa fantástica, um rapaz maravilhoso, de coração puro. Só espero que ele possa superar essa fase e consiga ainda recuperar esse tempo que perdeu, se é o que ele realmente quer”, ressaltou.

AFP
Com planos de ser técnico, português Luís Figo volta lidera estrelas em partidas de cunho social
Se por um lado Figo se preocupa com Adriano, a história com Ronaldo é completamente diferente. Galácticos no Real Madrid, os dois brilharam no início do século ao lado de Roberto Carlos. E, segundo o luso, o Fenômeno foi o maior que ele já viu.

“O Ronaldo foi o melhor de todos, disparado. Tive sorte de jogar com brasileiros fantásticos. Mas, quando o Ronaldo estava bem, sem lesões, era algo impressionante”, analisou. Outro brasileiro elogiado foi Felipão, com quem trabalhou na Eurocopa de 2004 e na Copa do Mundo de 2006. “Minha experiência com ele foi fantástica. Só que uma coisa é treinar um clube e treinar uma seleção. O que ele fez em Portugal é notório e foi de grande importância para o nosso futebol”, elogiou.

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