Sem Chicão, Douglas, suspensos, e provavelmente também sem o desgastado Paulinho, o Corinthians vai encarar um Santos desfigurado no sábado. A ausência de Neymar, outro que recebeu o terceiro cartão amarelo na última rodada, torna o Peixe um rival muito diferente e faz do clássico esvaziado um teste menor para o Mundial.
“Seria importante jogar contra o Santos completo, com um grande atleta, talvez... Talvez, não. Com certeza, o melhor jogador em atividade no Brasil. Defensivamente, não deixa de ser um pouco mais tranquilo com a ausência do Neymar”, afirmou o lateral Alessandro.
Pela posição em que joga, o camisa 2 seria um dos principais marcadores do camisa 11 santista. Foi assim nas semifinais da Copa Libertadores, na qual o corintiano fez um bom trabalho e ajudou o Timão a avançar à decisão pela primeira vez.
É o que o Corinthians tem feito. Desde que encerrou a escala de folgas e passou a encarar as partidas do Campeonato Brasileiro como preparação para a competição no Japão, a equipe atuou quatro vezes e conquistou quatro vitórias. Se o compromisso de sábado não promete ser um grande clássico, pode ser encarado, no mínimo, como os anteriores.
“Estamos nos testando há quatro jogos, comprometidos com elevar o nível, melhorar a qualidade. Evidente que talvez esse jogo não seja a preparação, mas é um teste para quem quer jogar, para quem briga por uma vaga”, disse Paulo André, que não faz questão de encarar Neymar: “Prefiro sem ele”.
