Futebol/Mundial de Clubes - ( - Atualizado )

Jovens aceitam menos chances para ficar perto de "monstros" do Timão

Thiago Bastos Ferri, especial para a GE.Net São Paulo (SP)

Felipe, Willian Arão e Giovanni não fazem parte dos principais nomes no Corinthians, dos que disputarão o Mundial de Clubes. Membros do elenco de 23 atletas que viajará na madrugada de terça-feira rumo ao Japão, os três comemoraram o feito, mesmo sabendo que as chances sejam, possivelmente, escassas.

“Passam um milhão de coisas na cabeça quando somos chamados. Toda sua história, trajetória de vida, profissional, e agora é só aprender no meio de monstros como o Alessandro, Danilo, Chicão, Wallace...então é só tentar tirar o melhor proveito disso”, confessou o volante Willian Arão, que entrou na lista após a Fifa não liberar a inscrição de Guilherme.

Giovanni rejeitou o chamado da Seleção Brasileira sub-20 para a disputa do Sul-americano, pelo sonho de disputar o Mundial com o Corinthians, mesmo que apenas na reserva. Na defesa, Felipe esteve próximo de ser negociado com o Flamengo, mas mudou seu destino e tornou-se uma das opções para a retaguarda alvinegra no Japão.

“Não imaginava ser chamado, mas sempre tive 1% de esperança. A gente fica esperando a chance, de jogar pelo menos cinco minutinhos para aparecer, mostrar o que sabe, mas o Tite sabe das escolhas dele. Estamos lá para isso, e se precisar estaremos ali”, decretou o defensor, que agradou ao entrar no confronto com o Bahia.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Giovanni, Felipe e Willian Arão (da esquerda para a direita) irão integrar a delegação corintiana na viagem ao Japão
Passada a tensão de saber se estariam, ou não, no grupo do Mundial, os corintianos agora prometem estudar os adversários, os quais eles mostraram ter poucas informações até o momento, exceto algumas jogadas que o técnico Tite já apresentou dos rivais a seu grupo. Assim como os mais experientes, o trio esbanjou confiança ao falar sobre as expectativas para o torneio do final deste ano.

“Eles têm que jogar muita bola, porque vamos entrar mordidos, a 120%. Então vão ter que jogar, ter sorte, tudo, porque vamos colocar a cabeça na trave e fazer o possível para não deixar escapar”, decretou Arão. “A gente trabalha todo dia e sabe de nosso potencial. Não vamos desmerecer os outros, mas sabemos de nossa qualidade e capacidade”, encerrou.

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