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Meia promete dar a vida para premiar “terceira Invasão” da Fiel

Marcos Guedes São Paulo (SP)

O Corinthians tem um de seus maiores orgulhos na irrepetível Invasão de 1976 – ano em que a Fiel botou 70 mil pessoas no Maracanã, empurrou a equipe para cima do Fluminense na semifinal do Brasileiro e fez Nelson Rodrigues anotar em seu caderninho: “O Rio é uma cidade ocupada”. A torcida voltou ao estádio com cerca de 20 mil pessoas no Mundial de 2000 e promete nova viagem histórica, em dezembro, para o Japão.

“Como sempre aconteceu, contamos com a força da Fiel Torcida. Esperamos um grande número de corintianos e, consequentemente, a terceira Invasão da história”, escreveu o presidente do clube, Mário Gobbi, em seu comunicado oficial mensal, publicado nesta quarta-feira.

A expectativa da Fifa é realmente um número recorde de torcedores de um time no Mundial. Após a venda de 10 mil ingressos da estreia do Timão para internautas do Brasil no primeiro lote, a entidade disponibilizou outros 4.500. Ainda precisam entrar na conta os corintianos que compraram seus bilhetes em outros países, o que leva à estimativa de 20 mil alvinegros feita por autoridades japonesas.

O esforço, de acordo com o técnico Tite, pode fazer a diferença na luta pelo título. Até jogadores como Danilo, geralmente alheio às coisas que acontecem ao seu redor, dizem estar sensibilizados por mais uma demonstração de apoio da torcida, líder de público em um Brasileiro no qual o Corinthians não brigou pelo título.

“Onde o Corinthians joga, é sempre assim. A gente vai dar a vida para ganhar. O torcedor sai daqui, passa por tantas coisas para estar lá. O que a gente pode fazer é se esforçar muito”, prometeu o meio-campista.

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