Futebol/Bastidores - ( - Atualizado )

Sindicato rebate “pseudopolitizado” Paulo André sobre apoio a Verdão

São Paulo (SP)

O Sindicato de Atletas Profissionais do Estado de São Paulo não aceitou as cobranças públicas do zagueiro Paulo André, que pediu uma atitude da entidade em defesa dos jogadores do Palmeiras. O Sapesp emitiu comunicado oficial em que alegou não ter a responsabilidade de proteger os alviverdes da ameaça dos torcedores e ainda rebateu a manifestação do corintiano, conhecido por ser engajado fora de campo.

“A manifestação do atleta Paulo André Cren Benini é característica dos pseudopolitizados, que não conhecem definitivamente qual é o papel do Sindicato de Atletas”, informa um trecho da nota, que classificou a entrevista do zagueiro como “desastrosa”.

Paulo André cobra proteção sindical para jogadores do Palmeiras

O Sapesp citou que age na defesa dos direitos de jogadores em casos de atrasos de salários, períodos de férias e horários de jogos, por exemplo, mas nega ser de sua alçada a proteção da integridade física dos profissionais fora dos gramados.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Paulo André cobrou o Sindicato a defender o Palmeiras, mas foi rebatido em comunicado da entidade
“A situação de risco vivenciada pelos atletas profissionais da Sociedade Esportiva Palmeiras é de responsabilidade do clube, da polícia e da Secretaria de Segurança Pública do Estado”, acrescentou.

Diante da ameaça de rebaixamento do Palmeiras, os jogadores e a diretoria do clube vêm sofrendo ameaças por parte dos torcedores. Apesar de não ter envolvimento com o rival, Paulo André manifestou indignação com a situação e cobrou uma providência do sindicato, causando o mal-estar.

“Lamentavelmente, o atleta Paulo André mostrou desconhecer profundamente o trabalho realizado pelo Sindicato de Atletas nos últimos anos, talvez por viver fora do País e não acompanhar os serviços prestados pela entidade aos atletas profissionais em todas as divisões do futebol paulista”, rebateu a entidade.

O Sindicato ainda citou episódio em que João Vitor brigou com torcedores do Palmeiras em frente ao Palestra Itália, no ano passado. Segundo o comunicado, a entidade se reuniu na época com jogadores de Santos, Corinthians e Verdão, que tomaram uma decisão em conjunto.

“Ficou definido que em qualquer outro episódio envolvendo agressões a atletas, em represália nenhum dos elencos entraria em campo na rodada seguinte. O São Paulo F.C se absteve”, completou.

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