Futebol/Campeonato Brasileiro - ( - Atualizado )

Perto do Mundial, Guerreiro avisa: "Não vim para ser reserva"

Bruno Oliveira, especial para a GE.NET São Paulo (SP)

Contratado pelo Corinthians em julho deste ano junto ao Hamburgo (Alemanha), o atacante Paolo Guerrero afirmou que não pretende ficar entre os reservas na disputa do Mundial de Clubes da Fifa (Federação Internacional de Futebol Associado), competição na qual o clube alvinegro estreia dia 12 de dezembro. Em entrevista no Centro de Treinamento Joaquim Grava, nesta segunda-feira, o atleta peruano afirmou que seguirá se empenhando para garantir um lugar entre os titulares da equipe comandada por Tite.

“Futebol é competência. Não vim aqui para ficar sentado no banco. Um jogador que pensa em ser reserva, não pode fazer parte deste esporte. Vim aqui para ser titular. Estou fazendo meu trabalho, tenho que melhorar muita coisa e a decisão é do treinador”, frisou.

Guerrero marcou quatro gols nas 13 partidas que disputou desde que chegou ao clube paulista, sendo o último deles na goleada por 5 a 1 sobre o Coritiba, neste sábado, no estádio Pacaembu. O atacante reconheceu que ainda pode aumentar o nível de suas atuações, mas destacou que é capaz de ser a principal referência no setor ofensivo do time alvinegro.

“O processo de entrosamento no Corinthians foi muito bom e rápido. Sempre joguei como nove. Estou acostumado a jogar na seleção como único centroavante. Por isso, já conheço a posição. Atuei sempre assim. Estou contente, mas ainda quero melhorar muita coisa e trabalhar com concentração para o Mundial”, completou.

Aos 28 anos, Guerrero soma passagens por clubes como Bayern de Munique e Hamburgo, da Alemanha, país em que atuou na divisão principal entre 2004 e 2012. Em território europeu, o atacante peruano se acostumou a exercer pressão sobre os defensores adversários, além de contribuir ofensivamente. Por isso, o centroavante acredita que o aspecto físico é fator fundamental para se manter entre os titulares do Corinthians.

‘Estou acostumado. Na Alemanha se joga muito assim, com todos os jogadores precisando trabalhar muito defensivamente. As equipes modernas precisam correr, marcar e jogar futebol. Demonstramos contra o Coritiba que aguentamos 90 minutos com muita intensidade”, encerrou.

Publicidade

Publicidade


Publicidade

Publicidade


Publicidade

Publicidade

Publicidade