Futebol/Seleção Brasileira - ( - Atualizado )

Paulinho não se sente titular do Brasil e cita concorrentes por vaga

Luiz Ricardo Fini São Paulo (SP)

O volante Paulinho é apontado como principal jogador do Corinthians na atualidade e vem ganhando também cada vez mais espaço na Seleção Brasileira. Porém, mesmo depois de ter sido titular nas quatro partidas passadas da equipe de Mano Menezes, o meio-campista ainda não se sente dono de um posto no time verde-amarelo, que enfrenta a Argentina, na quarta-feira, pelo Superclássico das Américas.

“Na Seleção, você tem de provar todos os dias e jogos. Além disso, tenho de manter uma regularidade boa no clube para voltar a ser convocado. Fizemos grandes jogos e agora temos outro desafio”, afirmou o atleta, antes do treino com o elenco do Brasil, nesta segunda-feira, no CT Joaquim Grava.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Paulinho deve ser titular da Seleção Brasileira mais uma vez, mas ainda não se acha dono de posto
Paulinho ganhou evidência no Corinthians por sua facilidade de avançar para ajudar o sistema ofensivo. Com a camisa brasileira, o volante vem repetindo as atuações, inclusive com gols contra Argentina e Japão, mas cita outros atletas que se destacam com as mesmas características.

“Isso vem crescendo e os volantes de hoje podem ser surpresas. Há muitos de qualidade. Hoje, posso citar Jean, Arouca, Ramires, Sandro... A concorrência é muito grande e, por isso, tenho de provar em cada jogo para estar aqui”, acrescentou.

Na Seleção principal, Mano vem escalando Paulinho ao lado de Ramires. Já para o Superclássico, que envolve apenas jogadores que atuam no futebol nacional, o treinador ainda não definiu o parceiro do corintiano, mas há uma grande chance de Ralf, também do Timão, ser o escolhido para compor o setor.

Os outros atletas da posição chamados são Arouca, do Santos, e Jean, do Fluminense. Apesar de Ralf não avançar tanto ao ataque, tendo um estilo mais marcador, Paulinho prefere não demonstrar sua preferência sobre as características de seu parceiro ideal.

“Depende muito da partida e das circunstâncias do jogo. O Corinthians tem Ralf, Edenílson, Guilherme... Na Seleção, é relativo, dependendo do jogo, o treinador pode colocar um jogador que segure mais”, concluiu.

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