Futebol/Campeonato Brasileiro - ( - Atualizado )

Gilson Kleina lamenta entrar negativamente na história do Palmeiras

Gabriel Carneiro, especial para a GE.Net São Paulo (SP)

Apenas 11 partidas depois de assumir o comando técnico do Palmeiras, Gilson Kleina é obrigado a explicar os motivos do rebaixamento da equipe para a Série B do Campeonato Brasileiro, concretizado no último domingo, e que representou seu insucesso no desafio iniciado em 22 de setembro, quando derrotou o Figueirense em Santa Catarina e pensou estar perto da salvação.

O próprio comandante reconhece que seu nome já está na história do Verdão mesmo com pouco tempo de trabalho, tudo em função da segunda queda para a Série B. Em 2002, Levir Culpi, atualmente no Japão, foi o nome à frente da comissão técnica no rebaixamento. Disposto a cumprir o contrato assinado até o fim de 2013 e recolocar o time na elite nacional, Kleina só pensa no futuro.

“O que temos que fazer para tirar o Palmeiras desta situação, e já estamos fazendo, é trabalhar. Não podemos falar pela imprensa sobre o planejamento, porque temos que ter lisura. Esse grupo entrou para a história pelo título da Copa do Brasil e eu também, porque caí com o Palmeiras”, lamenta o treinador de 44 anos, que abandonou seu projeto de trabalho na Ponte Preta para conduzir o Verdão na briga contra o rebaixamento.

A aposta no futuro já deve começar nas partidas de despedida do Palmeiras da elite do futebol nacional. Seis garotos promovidos nas categorias de base do clube ganharão chance neste domingo, quando enfrentam o também Atlético-GO no estádio do Pacaembu, pela penúltima rodada do Brasileirão. A escalação do Verdão no confronto será a seguinte: Raphael Alemão; Bruno Oliveira, Wellington, Artur e Juninho; Correa, Bruno Dybal e Patrick Vieira; Mazinho, Vinícius e Obina.

“Eu sabia do meu desafio quando assumi, mas não sabia que aumentaria com as lesões e as perdas de mando de campo. Você ter sete lesões de um jogo para o outro tira o padrão de qualquer time, não tem como. Além disso, se a gente faz os jogos dentro de São Paulo a história seria diferente”, justifica o treinador.

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