Futebol/Campeonato Brasileiro - ( - Atualizado )

Kleina quer Valdivia comprometido para "retomar grandes momentos"

São Paulo (SP)

Valdivia deixou o Palmeiras, em 2008, com o título de campeão paulista e tratado como ídolo pela torcida. Dois anos depois, voltou ao Verdão e gerou êxtase nos palmeirenses, mas apesar da vitória na Copa do Brasil neste ano, ficou mais marcado pelas lesões e série de partidas como desfalque da equipe alviverde.

Com a imagem mais desgastada junto à torcida em comparação com sua volta, há dois anos, o camisa 10 se recupera de uma lesão no joelho esquerdo, que o tirou da reta final do Brasileirão e, apesar do contrato até 2015, ele tem futuro incerto. Mesmo diante das recentes ausências, o chileno segue prestigiado pelo técnico Gilson Kleina, que planeja uma conversa com o armador antes do início da temporada que vem.

“Acredito nele como atleta de futebol. Se dissesse que não é diferenciado, seria mentira. Ele tem recursos diferentes e já demonstrou isso no próprio Palmeiras. Quero conversar para resgatar esses grandes momentos. Não que ele não vá se lesionar ou cair de produção, mas ele sabe que pode fazer a diferença. Quero comprometimento, eu e ele, juntos pelo Palmeiras”, decretou.

Neste ano, Valdivia passou por um momento tenso, quando sofreu um sequestro-relâmpago e colocou em xeque seu futuro no Brasil. Ainda assim, decidiu ficar até o final da Copa do Brasil e foi peça importante nos jogos contra Grêmio e Coritiba na Arena Barueri. No Brasileiro, porém, o camisa 10 pouco produziu antes da contusão no jogo com o São Paulo.

Apesar da fraca atuação na campanha que rebaixou o Palmeiras, Kleina projeta o sucesso do jogador na próxima temporada: “se colocarmos em condições, e ele colocar alegria, nós tivermos comprometimento, volta a ser forte”. As poucas opções na posição para serem contratadas, também, jogam em favor da permanência do Mago.

“Você não vai em prateleira e fala: hoje tem camisa 10, vamos levar quantos? O mercado, além de muito competitivo, tem que ter cuidado para que o nome que se procure não vaze, vire especulação. Futebol está comercial, mas o mercado tem que ser bem estudado. Contratações são pelo momento e pelo passado, não pelo futuro, pelo que pode render. Não é como ir ao supermercado, em que tem várias marcas e define se vai comprar pelo preço, data de fabricação”, explicou.

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